Na aula de terça-feira (10/ 06), Márcio Nunes falou sobre viagens, coisa que eu simplesmente A-DO-RO. Mas não se assuste: o nosso professor não mudou de área, não. Só discutimos sobre isso porque a Gol, a companhia aérea, agora faz check-in por celular. Não é o máximo? Não temos mais que passar todo aquele tempo na fila. É só apertarmos as nossas tão conhecidas teclinhas e pronto. Como diria seu Ladir, é mara!
Para nós, futuros profissionais de comunicação essa tecnologia é ainda melhor, afinal há aí um promissor mercado de trabalho. O pessoal de publicidade, por exemplo, pode se dar muito bem fazendo comercial para o cliente da companhia. Caso sua memória não esteja muito boa – essa coisa de G2 deixa qualquer um louco, né? -, basta voltarmos a algumas aulas atrás pra lembrarmos do termo unicast. Lembrou? Ótimo. Então, como eu ia dizendo, se os publicitários tiverem acesso ao perfil de cada passageiro: onde ele mora, qual o seu destino mais freqüente, que lugares ele gostaria de visitar, etc, eles poderão fazer propagandas de passagens e hotéis pra aquele target específico.
Os jornalistas não ficam atrás, não. Também tem um lugarzinho pra eles: como prestadores de serviços. Suas notícias serão voltadas para pessoas em trânsito. Eles informarão sobre o clima, indicarão os melhores caminhos, os principais pontos turísticos e farão críticas de restaurantes e espetáculos. Quem não gosta de uma baladinha? J’adore! E por falar em balada, resta ainda a galera de cinema. Estava pensando que eles ficariam de fora da festa? Na-na-ni-na-não. Nada como assistir a um filminho entre um lugar e outro. E haja produção! Fazendo filme publicitário ou curta, os cineastas vão ter trabalho de sobra. Pode apostar.
Mas na aula, a gente falou ainda sobre outra coisa, que também é mara: Brasília e Salvador instalaram televisões em algumas de suas linhas rodoviárias. E a partir disso, Márcio levantou a seguinte questão: como resolver o problema de áudio, já que com o barulho nos ônibus não dá pra ouvir a TV? Quase todos responderam a mesma coisa: com fone de ouvido, ora essa, exatamente como se faz nos aviões. Eu realmente acho que essa é a melhor solução, até porque, hoje em dia, se existe uma coisa da qual a gente não desgruda é dos fones de ouvido presos nos mp3, mp4 e ipods. É perfeito.
Bom, ficou muito claro que não vai faltar mercado de trabalho na nossa área. O Márcio, porém, disse uma coisa muito importante: toda essa ‘ralação’ não vai cair do céu, não. É preciso iniciativa, cara-de-pau e insistência. Depois é só encher o cofrinho. Agora deixa eu ir, que o pessoal já está me esperando no Pires para comemorarmos o fim do semestre, e mais uma vez I’m too late.
sábado, 14 de junho de 2008
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