Broadcast x Unicast

Ambos são formas de transmissão de conteúdo pelas emissoras para o usuário. No broadcast, a emissora envia o mesmo programa para todos os espectadores. É o que acontece com a TV aberta e a TV a cabo hoje em dia: o Jornal Nacional, por exemplo, é transmitido para todos sempre às 20h15.
Já o conceito de unicast engloba uma nova forma de transmissão. Aqui, o conteúdo é enviado a cada usuário individualmente. O fato de duas pessoas assistirem ao mesmo programa no mesmo horário não significa que este esteja sendo transmitido para todos, mas que, por uma coincidências, dois usuários decidiram assistir ao mesmo conteúdo ao mesmo tempo.
Ainda não entendeu? O Márcio explica, então:
A internet está conseguindo reunir características tanto dos jornais quanto da tevê e do rádio. Hoje em dia, você pode se aprofundar num hiperlink (se ele for confiável, é claro), assistir ao episódio perdido do seriado predileto ouvir um podcast de determinado jornalista comentando uma notícia. Isso gera uma grande discussão. Qual o futuro do jornal, do rádio e da tevê? Migram completamente para a internet ou contentam-se com um público reduzido, porém fiel? Só o tempo dirá.

O fluxo monetário do sistema de comunicações está mudando. Antigamente, a emissora produzia o conteúdo e veiculava para o usuário, que pagava por ele. Agora, a pessoa compra um programa através de uma operadora, programa este feito por uma produtora, sem conexão nenhuma com as grandes emissoras. Não entendeu? Mais ou menos assim: no seu celular, você baixa o videocast da escritora Clarah Averbuck com o jornalista Paulo Terron e o músico Daniel Poeira. Esse download tem um custo que, vai, por exemplo, para a TIM. A operadora, por sua vez, pagará à Colméia TV, produtora de conteúdo. Fechou-se o ciclo. Não tem Globo nem Record envolvidas.
O futuro da comunicação ninguém consegue prever...
*** Bônus: Para aqueles que arrancam os cabelos na frente do pc: por que diabos o site cai?

Ambos são formas de transmissão de conteúdo pelas emissoras para o usuário. No broadcast, a emissora envia o mesmo programa para todos os espectadores. É o que acontece com a TV aberta e a TV a cabo hoje em dia: o Jornal Nacional, por exemplo, é transmitido para todos sempre às 20h15.
Já o conceito de unicast engloba uma nova forma de transmissão. Aqui, o conteúdo é enviado a cada usuário individualmente. O fato de duas pessoas assistirem ao mesmo programa no mesmo horário não significa que este esteja sendo transmitido para todos, mas que, por uma coincidências, dois usuários decidiram assistir ao mesmo conteúdo ao mesmo tempo.
Ainda não entendeu? O Márcio explica, então:
A internet está conseguindo reunir características tanto dos jornais quanto da tevê e do rádio. Hoje em dia, você pode se aprofundar num hiperlink (se ele for confiável, é claro), assistir ao episódio perdido do seriado predileto ouvir um podcast de determinado jornalista comentando uma notícia. Isso gera uma grande discussão. Qual o futuro do jornal, do rádio e da tevê? Migram completamente para a internet ou contentam-se com um público reduzido, porém fiel? Só o tempo dirá.

O fluxo monetário do sistema de comunicações está mudando. Antigamente, a emissora produzia o conteúdo e veiculava para o usuário, que pagava por ele. Agora, a pessoa compra um programa através de uma operadora, programa este feito por uma produtora, sem conexão nenhuma com as grandes emissoras. Não entendeu? Mais ou menos assim: no seu celular, você baixa o videocast da escritora Clarah Averbuck com o jornalista Paulo Terron e o músico Daniel Poeira. Esse download tem um custo que, vai, por exemplo, para a TIM. A operadora, por sua vez, pagará à Colméia TV, produtora de conteúdo. Fechou-se o ciclo. Não tem Globo nem Record envolvidas.
O futuro da comunicação ninguém consegue prever...
*** Bônus: Para aqueles que arrancam os cabelos na frente do pc: por que diabos o site cai?
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