terça-feira, 29 de abril de 2008

Web 2.0

Vídeo que explica o que é a Web 2.0 e suas implicações na nossa vida.

Confiram! :)

http://youtube.com/watch?v=NLlGopyXT_g

domingo, 27 de abril de 2008

Resumo do Grupo Insight - aula 10/04

A aula do dia 10 de abril teve como base o ensaio Televisão e Capitalismo no Brasil, escrito pelo jornalista Sergio Caparelli.
Caparelli discute a radiodifusão no Brasil e a divide em três fases:

1. O nascimento do rádio
2. A consolidação do rádio
3. A implantação da TV


Em relação à TV, Sergio Caparelli também aponta três fases.



Clique aqui para ver o vídeo no youtube sobre o assunto.


Para entender melhor o que foi comentado sobre a TV Digital, veja este vídeo.


Mais assuntos discutidos

· O caso Record

O crescimento da Record só foi possível pelas mudanças feitas na emissora. A Record contratou profissionais da Globo e fez grandes investimentos em tecnologia. Além disso, a emissora se expande cada vez mais em terrenos na zona oeste carioca.



· A TV por assinatura e a TV digital

No Brasil, a TV por assinatura é voltada para uma minoria muito pequena. Mesmo os usuários de TV por assinatura continuam a assistir os canais abertos. Nos países que já investiram na TV digital, isso não acontece. Logo, a implantação do sistema digital na televisão brasileira deve ser diferente, pois precisa dar conta do perfil do espectador.

Se quiser ver um trecho da aula pertinente ao tema, esteja à vontade.




Mais do mesmo

A escolha do padrão japonês na TV digital brasileira vale apenas para a modulação e remodulação de ondas.
O que é isso? Para uma aulinha de física, clique aqui:

Haveria uma possibilidade de o padrão brasileiro ser implantado também em outros países da América Latina. Será? Para saber mais sobre tantos padrões, clique aqui. Enquanto as emissoras investem nos equipamentos tecnológicos. Cresce a demanda por um conteúdo diferenciado. Isso é um recado para todos nós.
Se, depois de tudo isso, você ainda não se deu por satisfeito, baixe aqui o áudio da aula do dia 10.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

TV digital e mercado

Questões importantes:

•O que é necessário para a conversão do sistema analógico para digital?
1.Produtores de conteúdo digital (interatividade, novo formato, nova duração...)
2.Atualização dos equipamentos das emissoras (grande investimento e pouca garantia de retorno faz com que as emissoras peçam isenção de impostos para a compra desses equipamentos)

•Por que existe uma obrigação de conversão para as emissoras?
1.Existe uma necessidade dos usuário por conteúdos interativos e personalizados. Caso a emissora não converta seu sistema, o usuário poderá migrar para outra plataforma, no caso a internet.

•Quais seriam os benefícios da TV digital?
1.Para as emissoras, melhor sistema de informação e melhor conteúdo.
2.Para a indústria tecnológica, equipamentos com maior valor agregado
3.Para o governo, mais impostos devido ao maior consumo de serviços e produtos.

E se num passe de mágica todos os televisores, hoje, fossem digitais?
Teríamos melhores imagens, mas não iria adiantar nada se as emissoras não produzissem conteúdos interativos.




Arquivo da aula do dia 08 de abril.
Os slides passados em aula com os comentários do professor Márcio Nunes em vermelho.

http://rapidshare.de/files/39213806/aula8.04audiovisual.pdf.html

aperte FREE no fim da página
espere a contagem de aprox. 60 seg.
digite o código que aparecerá e aperte o download
e pronto.

Estreia do portal Puc-Rio digital-15/04 (Post 2)
















Fizemos uma outra edição da inauguração do portal! Curtam ae! uhullll!!

Beijos grupo Conversa Afinada


quinta-feira, 24 de abril de 2008

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Grupo da Flora: Quem tem ginga não dança!

Eu devo admitir que o que mais me chamou atenção assim que eu entrei na sala foi a pochete de Ernani. Eu não curto muito esse estilo retrô, não, mas essa de ficar tutelando o que os outros vestem é uma atitude nada fashion. Vê se no circuito Nova York – Milão – Paris – Londres – Tóquio alguém se preocupa em supervisionar a vestimenta alheia. Claro que não!

Mas vamos à aula, que eu não sou consultora de moda. Se bem que isso me leva exatamente ao assunto que mais tratamos, muito em voga ultimamente: tecnologia. Bem, o professor falou do processo de evolução do rádio e da TV no que diz respeito à popularização deles, e de como a publicidade foi obrigada a mudar pra atender o público desses dois segmentos. Ele comentou também sobre a TV digital. Aqui no Brasil o padrão adotado é o ISDB-TB, uma adaptação do ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), padrão japonês acrescido de tecnologias desenvolvidas nas pesquisas das universidades brasileiras. Escolhemos o padrão “olho puxado” por atender melhor as necessidades de energia, mobilidade e portabilidade sem custo para o consumidor. Muito diferente do padrão europeu, em que empresas telefônicas cobram por seus mimos. E como diria um certo professore de Técnicas II: grátis é o preço que melhor nos convém.

Ernani falou ainda do ginga. O pessoal veio me perguntar o que tudo isso tem a ver com dança. Tsc, tsc. Tive que explicar. Farzer o quê? Ginga é o middleware opensource que gerencia as funções de interatividade na televisão digital. O nosso ginga será resultado do Ginga-J, produzido pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e do Ginga-NCL, desenvolvido pela PUC-Rio. Chic, né? E com toda essa interatividade, muitas mudanças serão necessárias. Se cada um vai poder montar a sua programação do jeito que bem entender, na hora que bem quiser, a forma de medir o ibope que conhecemos vai cair por terra. É aí que entram o IPTV, o conceito unicast e o click stream, que juntos darão conta da preferência de cada telespectador, inclusive do tipo de produto e serviço que mais lhe interessa. Se todos amarem fazer umas comprinhas como eu, a publicidade vai ter um trabalho e tanto.

Mais trabalho, mais dinheiro. Mais dinheiro, mais e melhores programas. E eu não tô falando de um simples aumento de grade, não, chuchu. Tô falando de multiprogramação. Agora, no lugar de assitirmos a um único programa em alta definição, podemos assistir a quatro programas diferentes ao mesmo tempo, em definição padrão (720 × 480 pixels, a mesma do DVD). Para você ter uma idéia, a televisão analógica, chega a no máximo 333 × 480, porque a transmissão é facilmente dissipada no ar. Mas com o CoDec (codificador/ decodificador) de padrão ITU-T H264 que não sofre perdas na descompressão de arquivos, também conhecido como MPEG-4, será possível que uma mesma emissora transmita 1 canal HD ou 4 SD. Um luxo!

Bom, agora deixa eu ir andando, porque eu marquei um cineminha com o Alex, a Clarice, o Giba, a Lisa e o Velloso. E para variar, já tô atrasada. Fui!

http://ginga.org.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Televisão_digital_n0_Brasil
http://sbtvd.cpqd.com.br


quinta-feira, 10 de abril de 2008

AULA SOBRE TV INTERATIVA DO DIA 03/04/08

http://www.youtube.com/watch?v=h6wBhdXMNLE


TV interativa

A implantação do Sistema Brasileiro de TV Digital já começou. As emissoras estão começando a fazer testes, tanto na transmissão quanto no software. Além do sistema de transmissão televisiva High Definition (HDTV), com uma resolução de tela superior aos formatos tradicionais, uma das grandes novidades da “nova TV” é a interatividade. Ela permite uma série de novos serviços e novos programas, nos quais o telespectador passa a ter uma postura mais ativa diante da sua própria televisão, personalizando a sua programação e gerando uma revolução no modo de assisti-la.
Em anúncios publicitários transmitidos pela Domino’s, por exemplo, você poderia fazer o seu pedido sem precisar usar o telefone. Sua escolha seria feita através das opções disponíveis no seu televisor. Com apenas um click no controle remoto, você efetuaria a compra da sua pizza. Esse e outros serviços que estimulam uma relação maior do público com o aparelho de TV, têm feito as pessoas se interessarem pelo tema. O programa televisivo Big Brother Brasil (BBB) é um dos maiores exemplos do tipo de interatividade que temos atualmente. A população, envolvida com o clima do reality show e com a oportunidade de intervir no andamento da casa, vota no participante que gostaria de ver eliminado do BBB na semana seguinte.
Sob esse enfoque, a interatividade, confirmada pelo Fórum do Sistema de TV Digital, demandou novos recursos audiovisuais, com suas novas ferramentas e novas metodologias. Devido a grande quantidade de informação, que vem de diferentes formas para cada pessoa.



Um desses recursos é o Ginga que foi desenvolvido por profissionais da PUC - Rio e é “a camada de software intermediário (middleware) que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso (set-top boxes)”. Com essa criação, um jogo de futebol pode ser assistido e comentado pelos seus espectadores a partir de uma videoconferência.
Ademais, temos o IPTV que é um novo método de transmissão de sinais televisivos já existente tecnicamente há algum tempo e cujo conteúdo é enviado em streaming com garantia de qualidade na entrega. Com ele temos acesso a várias informações, o que nos faz perguntar: O que fazer com tanta informação? Vários conceitos podem ser empregados como o do noticiário e comerciais personalizados, Branding, entre outros.
Como nessa “nova TV” não existe canal e nem mesmo grade, cada pessoa faz a sua própria programação. Por isso o noticiário é personalizado e montado de acordo com as informações de seu interesse. Os comerciais, com a IPTV, também são personificados, pois o anunciante possuindo acesso a um banco de informações sobre o perfil de cada telespectador, transmite comerciais que garantem a satisfação do usuário, seu público alvo.
Conseqüentemente, a construção da marca e a percepção dela melhoram. A TV interativa contribui para o branding (processo para tentar melhorar a imagem de uma marca) por conta da disponibilidade do perfil de cada usuário com suas percepções. Para que obtenha bons resultados, com repostas evolutivas, essa interatividade tem que ser sempre atualizada. Na Inglaterra (1° país a ter TV interativa), a Sky TV, com objetivo de convencer cada usuário a manter seu perfil ativo, disponibilizou para aqueles que o atualizavam, um filme pay-per-wiew.
Além dos conceitos específicos já citados, a TV interativa possui também várias estratégias para que as informações sejam utilizadas pelos telespectadores, são elas: adequação simples, resposta simples e resposta evolutiva. A adequação simples tem a programação baseada nas informações obtidas através de empresas de pesquisa. Na resposta simples, os produtos são oferecidos pelos usuários que frequentemente assistem programas do mesmo gênero, como por exemplo, os esportivos. Já a resposta evolutiva espera um feedback do consumidor para testar um certo produto.
Por fim, uma antiga preocupação dos criadores do sistema de interatividade deve ser comentada. Acreditava-se que a preferência do telespectador consistia na passividade, uma vez que as atividades cotidianas já consumiam sua disposição, não o interessando interagir. O que presenciamos atualmente, entretanto, é uma atitude inversa ao esperado. A popularização do controle remoto, introduzindo o zapping e o sucesso da internet, demonstra que o telespectador quer interagir! Ou seja, definitivamente, essa tecnologia inovadora tende a se estender cada vez mais e começa a tomar o espaço do antigo modelo de TV.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Aula do Dia 3 de Abril - TV Interativa - iBroadcast 2


Pelo estilo de conteúdo predominante no blog, decidimos fazer diferente. No site ibroadcast2.blip.tv encontrarão em formato podcast o resumo da aula. Alem disso para ajudar disponibilizaremos fotos com comentários que remetem a certas informações do conteúdo da mesma.
Adicionalmente estamos colocando links para que possam investigar mais sobre o assunto. Queríamos simular um pouco uma interatividade. De forma bem minimalista oferecer conteúdo personalizado. Cada leitor do blog tem uma ou áreas da comunicação que gostam. Vocês podem clicar diretamente no link sobre essa área. Pedimos que comentem e sugiram novos links para atualizações constantes. Ajudaria a todos no G1.
Detalhe: postamos os links no blog do ibroadcast2.blip.tv para que acessem o site e conheçam mais sobre o site (um exemplo de algo parecido com webtv).

terça-feira, 8 de abril de 2008

Resumo e definições sobre a aula do dia 01/04




Toda TV interativa é digital, mas nem toda TV digital é interativa.
Uma característica da TV interativa é o fato do usuário influenciar no conteúdo, interferir na programação; ele deixa de ser apenas mais um espectador.

E quando pensamos em TV interativa, uma questão que fica é se o usuário será ou não obrigado a interagir. A constante ação pode incomodar se o usuário não quiser pensar sobre a programação. Um exemplo da interatividade que incomoda são os pop-ups de computador; você é obrigado a agir, mesmo que seja para fechá-los. Será que vão inventar bloqueadores de interatividade? Ou será que vai existir alguma função que fique no modo “shuffle”, ou seja, “aleatório”?


Broadcast (Radiodifusão) X Unicast



  • Broadcast – Existe canais; a emissora envia o mesmo conteúdo para todos os usuários. Ou seja, todos assistem a mesma programação.

  • Unicast – É o vídeo sob demanda. Como o nome já diz, é o vídeo feito sob demanda, ou seja, é um sistema que permite que o usuário escolha a hora e o conteúdo que quer assistir.


TV Digital X TV Interativa


TV Digital e TV Interativa não têm o mesmo significado.
Algumas características que diferenciam a TV Interativa da TV Digital são:

Opção de conteúdo:
- Interatividade (Na TV Interativa, o usuário escolhe o programa que vai assistir. Ele deixa de ser somente um telespectador, porque ele age diretamente no que está assistindo).
- T-Commerce (é o comércio pela TV, a compra e feita pelo controle remoto e não mais por telefone).
- Telegraphics (conjunto de informações oriundas da TV digital, funcionaria como um IBOPE. Por exemplo, canal mais assistido. Pelo Set Top Box, se tem acesso ao que todos os usuários estão assistindo.) Para a TV Interativa funcionar como um IBOPE ou um IBGE, seriam necessários dados para verificação. Através deles, haveria a possibilidade de montar os perfis dos usuários.

Os dados para verificação seriam:
- “click stream” (análise do fluxo de cliques. Dados de forma bruta)
- dados agregados por pessoas
- dados agregados pelo tempo
- identificadores anônimos – cookies (reconhecimento do usuário)
- endereço IP do set up Box (registro no PC)
- informações pessoais identificáveis (PII)
- data de nascimento e CEP

Os tipos de Perfil que poderiam ser criados são:
- Demográfico (renda, estado civil, etc)
- Geodemográfico (localização)
- Estilo de Vida (o que você compra associado ao que você pode comprar no futuro) exemplos são sites de Internet que oferecem livros ou objetos sobre assuntos de seu interesse.
- Segmentos de Mercado (o que você compra associado a uma teoria de onde você se encaixa na cultura)
- Psicográfico (o que você compra associado ao que elas representam para você). O jeans Diesel e seu valor material/emocional.

Publicitários terão muito espaço com as vendas de produtos e conceitos mais direta, na TV digital.



Interatividade local X Interatividade plena


Local – A interatividade local não precisa de canal de retorno. A Operadora manda vídeo, áudio e informações, que ficam armazenados no Set Top Box e a partir disso, o usuário pode interagir livremente com os dados. Exemplos de Interatividade Local são sinopses de filmes e programação nas TVs a cabo digitais e Jogos.

Plena – A Interatividade Plena precisa de canal de retorno; precisa enviar informação do usuário para a operadora. Um exemplo da Interatividade Plena é a compra feita pelo controle remoto. Hoje em dia, o canal de retorno utilizado é a linha telefônica. No futuro, alem desta, serão usados também o Wi-Fi e o Wi-Max. Wi-fi (sinal limitado, máximo de 54M) A operadora se liga à emissora que envia ao usuário.Wi-max (uma mega antena, de 48G). A operadora se ligará diretamente ao usuário.

Conceito de IPTV



Com a IPTV, acaba o conceito de canal. O que passa a existir é o conceito de programa. Cada usuário vai estar assistindo a um programa diferente, mesmo que seja ao mesmo programa. Cada TV vai possuir seu IP, assim como acontece hoje na Internet. A IPTV é sempre por assinatura. Por exemplo, em um IP, um programa pode ter começado ha cinco minutos. Se um outro usuário ligar o mesmo programa agora, em outro IP, ja vai ser outro programa, atrasado cinco minutos em relação ao outro.

TV por assinatura X IPTV

A IPTV não tem canal, cada usuário escolhe o horário e a sua programação. Não existe grade. Na IPTV não há broadcast como na TV por assinatura e sim Unicast. TV sempre por assinatura. Nesse conceito perde-se relação com emissora, já que é um sistema que requisita a programação. Não será necessária a informação, estamos numa era de RECOMENDAÇÃO.

O serviço de IPTV da Brasil Telecom
Antes um pequeno artigo sobre iptv http://www.softv.com.br/artigos/o-que-e-iptv.pdf
A Brasil Telecom foi a primeira empresa brasileira de telecomunicações que atende de operações de telefone fixa e celular, com longa distância nacional e internacional, data center, internet grátis e banda larga. A operadora presta serviços no Distrito Federal, Acre, Rondônia, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e oferece, para todo o Brasil, serviços de longa distância nacional e internacional com o código 14.
O Grupo Brasil Telecom, o iG e o iBest juntos fazem da empresa a maior provedora de internet da América Latina. A Brasil Telecom S.A. foi a primeira operadora de telefonia fixa brasileira provinda da privatização do Sistema Telebrás.
Na televisão, A Brasil Telecom apresentou no dia 26 se setembro de 2007 o serviço de vídeo sob demanda na
internet, o Videon.O Videon é em banda larga, que marca a entrada da Brasil Telecom no segmento de IPTV e que estará disponível, no início, apenas para assinantes do serviço de banda larga BrTurbo na capital do país, Brasília. O serviço suporta 10 mil usuários simultâneos. Ele funciona como uma espécie de locadora virtual onde, por uma quantia em dinheiro – por volta de trinta reais - o internauta terá acesso a uma biblioteca de 500 horas de conteúdos audiovisuais (filmes, shows, seriados, treinamentos, programas infantis, documentários, etc) além do pay per view, que conta com a parceria de grandes estúdios como Disney, MGM e Universal.A decodificação é feita através de um conversor, que conecta o aparelho de TV à rede IP da operadora e à um controle remoto. A projeção é de 12 milhões de usuários no mundo que farão uso da distribuição de conteúdo por meio da rede IP este ano.


Links para maior aprofundamento:

Tv digital, iptv e alguns conceitos http://www.broadcastnews.com.br/news/?cat=16
Mais definições de tv digital http://www.metodista.br/lato/producao-para-tv-digital
Site da empresa pioneira de TVDigital no país www.brasiltelecom.com.br
Notícias 24 horas sobre IPTV http://www.iptv-news.com/

Feito por Bendito é o fruto

Gabriela Caldeira
Julia Gayoso
Julio Benk
Aline Veloso
Luciana

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Aula do dia 01.04.2008

Qual é a diferença entre TV Interativa e TV Digital? Foi esse um dos principais assuntos discutidos na aula de terça-feira, dia 1º. Toda TV interativa é Digital, entretanto, nem toda TV Digital é interativa. Sendo assim, como diferenciá-las? É simples. O mecanismo da TV Digital em si promove uma melhor qualidade da imagem (HD ou Full HD) e som (Dolby 5.1) para os canais de TV aberta. Uma TV interativa possui todas essas características. Para diferenciá-la devemos somar-lhe os serviços e a possibilidade de interatividade entre o veículo e o usuário. Aquele que está assistindo poderá interferir diretamente na decisão do próximo conteúdo a ser apresentado.
Os exemplos mais presentes dessa interatividade consistem em mecanismos de compras via TV, votação, comunicação, VOD “vídeo on demand” – vídeo sob demanda e serviços (previsão do tempo, acesso a contas bancárias etc.). Há uma possibilidade de multiprogramação que traz uma maior flexibilidade para o consumidor.
É importante ressaltar também que o Middleware Ginga é de suma importância no caso da TV Digital brasileira. Isto porque este padrão de programação e linguagem deverá estar embutido em todos os set-top-box, em seu hardware, para que a interatividade realmente aconteça. Os set-top-bos recebem os sinais de áudio, vídeo, os programas e os softwares, sendo que estes dois últimos ficam sendo “gerenciados” pelo Ginga.
O primeiro teste de interatividade com o Ginga foi feito através de um conversor da marca AIKO. As imagens abaixo são do sistema de financiamento imobiliário totalmente desenvolvido em NCL* para TV Digital, apresentado num stand da CEF - Caixa Econômica Federal, em São Paulo.





*O Ginga-NCL, um software livre, foi desenvolvido pela PUC-Rio visando prover uma infra-estrutura de apresentação para aplicações declarativas escritas na linguagem NCL. NCL é uma aplicação XML com facilidades para a especificação de aspectos de interatividade, sincronismo espaço-temporal entre objetos de mídia, adaptabilidade, suporte a múltiplos dispositivos e suporte à produção ao vivo de programas interativos não-lineares.

Discutiu-se também a importância dos canais de retorno para o funcionamento da TV Digital. Considerando que esses canais são o meio que viabiliza uma ligação entre o conversor de cada televisão e a emissora, eles são de suma importância para uma eficácia na interatividade proposta pela TV, a interatividade plena. Essa troca de informações é fundamental para viabilizar recursos de votação, comunicação, “VOD”, compras etc. Sem esse canal, a interatividade oferecida pela TV resume-se a informações que possam estar armazenadas nos conversores digitais, é a chamada interatividade limitada.

Ao final da aula, foram passados alguns slides que mostram os principais tópicos discutidos durante a aula:

TV DIGITAL X TV INTERATIVA

- Opção de conteúdo

- Interatividade

- T – Commerce

- Telegraphics – informações que o sistema consegue adquirir do usuário.

TIPOS DE DADO PARA VOTAÇÃO

- “Click-Stream” – os dados na forma bruta

- Dados agregados por pessoas

- Identificadores anônimos e cookies

- Endereço IP do Set Top Box

- Informações pessoais identificáveis (PII)

- Data de nascimento e CEP

TIPOS DE PERFIL

- Demográfico -> Renda, estado civil e etc.

- Geodemográfico -> Perfil demográfico associado à localização

- Estilo de Vida -> O que você compra associado ao que você pode comprar no futuro.

- Segmentos de Mercado -> O que você compra associado à uma teoria de onde você se encaixa na cultura

- Psicográfico -> As coisas que você compra associadas à uma teoria do que eles representam pra você.



Links relacionados ao assunto:


quinta-feira, 3 de abril de 2008

O homem (digital) e o fenômeno da TV digital



O que é preciso para uma pessoa ter uma TV digital plena?
Antes de tudo, é preciso trocar o seu televisor: para ver a imagem digital perfeita, sem cortes ou perda de qualidade, a televisão tem que ser igual ou maior a 40 polegadas, e com resolução 16:9 - igual ao cinema. Resolvido esse detalhe, o próximo passo é ter a antena capaz de captar o sinal HD. Por último, o decodificador - set-top-box - capaz de receber o sinal, interpretá-lo e enviar imagens e sons para a sua tevê. O governo acredita que em dez anos o poder de compra tenha crescido a tal ponto que a população brasileira consiga comprar a tevê, a antena e o set-top-box. É esperar para ver...





E o que são todos esses tipos de TV?

SDTV (Standard Definition Television): sistemas televisivos que tenham uma resolução que alcance certos padrões mas não sejam considerados EDTV (TV de definição aprimorada) ou HDTV (TV de alta definição). O termo geralmente é usado em referência a TV digital, em particular quando a transmissão tem a mesma (ou similar) resolução daquela dos sistemas analógicos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/SDTV


HDTV (High-Definition Television): um sistema de transmissão televisiva com uma resolução de tela significativamente superior ao dos formatos tradicionais (NTSD, SECAM, PAL). Uma TV de alta definição (HDTV) tem mais linhas (a resolução de uma TV é normalmente dita em termos da quantidade de linhas que ela pode mostrar) do que uma convencional: pelo menos 720 linhas, para sermos exatos. Portanto, uma TV de alta definição tem uma resolução maior do que as TV convencionais. A maior resolução de alta definição – pelo menos até agora – é de 1.080 linhas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/HDTV
http://www.clubedohardware.com.br/artigos/1253
http://eletronicos.hsw.uol.com.br/hdtv.htm - nessa página, você vai achar também algumas informações básicas sobre a transmissão de sinais analógicos e digitais, além de uma listinha com vantagens e desvantagens da TV digital. Vale a pena conferir.
LDTV (Low Definition Television): televisão com resolução de baixa definição, com 240 linhas e 320 pixels por linha, utilizando o formato de tela 4:3.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gloss%C3%A1rio_da_televis%C3%A3o_digital


EDTV (Enhanced Definition Television): um formato de televisão que apareceu para resolver as carências da SDTV e é visível sobre tudo nas televisões de grande resolução. É o sistema mais utilizado na Europa, no formato DVD, mas também é o menos conhecido, devido à confusão com a SDTV. É um formato indicado para telas menores.
http://es.wikipedia.org/wiki/Edtv


Full HDTV: também conhecido como ultra-HD, de 1080p, é uma televisão com tecnologia de exibição que supera a qualidade e nitidez da HDTV, fornecendo uma imagem com resolução de 1920 por 1080 px.
http://midiasdigitais-infnet.blogspot.com/2007/10/o-que-ldtv-sdtv-edtv-hdtv-e-full-hdtv.html - outro site com bastante informação útil que tira muitas dúvidas relacionadas com o tema.


E todos esses tipos de cabos?

Vídeo Composto: É o tipo de cabo mais utilizado pela facilidade de encontrar e pelo preço mais baixo. No entanto, é o que mais gera perda de qualidade, devido ao grande número de transformações de sinal no processo de composição da imagem assim como na decomposição no monitor. Ele é composto em três fontes de signal, Y que designa a luminância e U e V que geram as cores. Além da saída de vídeo (em geral na cor amarela), também há duas saídas de áudio (em geral representadas pelas cores vermelho e branco). Também conhecido como cabo A/V.

http://en.wikipedia.org/wiki/Composite_video


Vídeo Componente: O cabo Vídeo Componente possuí três saídas de vídeo, cada uma referente a um dos canais RGB (Red, Green, Blue), sem usar compressão ou impor um limite de color depth ou resolução. Porém, ele gera muita informação reduntante e exige uma banda larga para o fluxo de informação de imagem.


http://en.wikipedia.org/wiki/Component_video

S- Vídeo: uma abreviação para Separate Vídeo, que é um tipo de sinal analógico divido em duas partes: brilho e cor. Possui definição melhor que a do Vídeo Composto e pior do que a do Vídeo Componente.


http://en.wikipedia.org/wiki/S-Video

HD-MI: sigla que designa High-Definition Multimedia Interface (HDMI). Sinal compacto de audio/vídeo utilizado para transmitir ondas digitais não-comprimidas. Ele suporta qualquer formato de vídeo, mesmo analógico e sinal de som contendo múltiplos canais. É a melhor alternativa de conexão.


http://en.wikipedia.org/wiki/HDMI




Para relembrar a instigante pergunta do Gabriel:

http://www.youtube.com/watch?v=ZblrI0VgaZ8

quarta-feira, 2 de abril de 2008

TV, quem te viu quem te vê!

Na aula de primeiro de abril, vimos que muita coisa que é falada por aí sobre a TV Digital e Interatividade é mentira, ou, pelo menos, muito está sendo ocultado. Questionamos como esses dois conceitos se relacionam e se realmente haverá a tão prometida “democratização da informação”. Aqui vai um resumo do que foi dito, debatido e esclarecido na aula:

1) Qual a diferença entre TV Interativa e TV Digital?

- TV digital e TV interativa não são sinônimas. A TV digital é apenas potencialmente interativa, ou seja, pode ser adaptada neste formato. Mas, toda TV interativa é viabilizada pelo sistema digital. Ainda não foi decidido qual será o modelo de interatividade implantado.

- Características da TV digital: é aberta; a resolução é em alta definição (HD), controlando a qualidade e os detalhes da imagem que vemos (essa diferença é ainda mais notável quando a imagem está em movimento), transmissão pelo ar; existe a possibilidade de haver interação, formato 16:9;

- Características da TV digital interativa: O som poderá ser surround 5.1 ou estéreo, e as emissoras poderão adicionar interatividade na sua programação, como “shopping” e votação em tempo real. O usuário poderá receber informações sobre os conteúdos exibidos na programação. Sua participação pode afetar diretamente o conteúdo que já se encontra disponível ou será transmitido

- A TV interativa possibilita o envio de um “histórico” de ações do controle remoto de cada usuário para as emissoras e informações pessoais como renda, estado civil; perfil demográfico, psicográfico, estilo de vida, segmento de mercado, etc.


2) O que é o canal de retorno?





- o canal de retorno permite que o usuário envie a informação do seu controle remoto para a emissora. Na TV analógica, só há o envio de sinais da emissora para a TV. Esse canal tem um custo adicional.

- Quem tem aparelho de televisão full HD ou HDTV Ready passa a receber imagens de alta definição, mostrando os detalhes que passam despercebidos nas transmissões analógicas. Quem tem um aparelho analógico terá de comprar um conversor para melhorar a imagem. Os assinantes de TV a cabo terão de trocar o decodificador da TV paga para melhorar a definição da imagem. E o custo será do cliente.

- Os sinais digitais chegarão à sua TV via antena UHF (interna ou externa). Quem tem TV analógica deve ligar a antena no conversor de sinal. Alguns televisores full HD já vêm com conversor embutido. Neste caso, a antena deve ser conectada diretamente no aparelho. Sem o conversor, as imagens não aparecem na tela.

3)Por que não há ainda interatividade em São Paulo?

- A TV digital pode ter chegado, mas ainda não foi decidido qual será o canal retorno. Telefone fixo? Celular? A escolha pode limitar as opções de interatividade a serem exploradas.

4) Qual a diferença entre interatividade plena e interatividade local?

- Broadcast: um único sinal é enviado para vários usuários (TV analógica). Na TV digital, os sinais podem ser enviados de maneira individualizada/personalizada, através do set top Box.

- Na Interatividade plena: Internet aberta; jogos em tempo real (entre pares); mensagens instantâneas (entre pares); canal interativo permanente; com canal de retorno.

- Na interatividade local, só serão exibidas as informações já armazenadas no decodificador (setop box). Múltiplas câmeras; jogos residentes; programas com mais informações; sem canal de retorno.

5) E a democratização da informação?

- Grande parte da campanha do governo está na democratização da informação. A TV Digital pode até ser aberta, mas haverá interatividade para todos? Nem todos possuirão o canal de retorno, já que este terá um custo adicional.

6) O que é o Ginga?

- Dentro do setop box deve haver o software “Ginga”. Sem ele, os produtores de conteúdo teriam que fazer um programa compatível com cada decodificador.

- Ginga é a camada de software intermediário (middleware) que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso (set top boxes).

- Resultado de anos de pesquisas lideradas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Ginga reúne um conjunto de tecnologias e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada e, ao mesmo tempo, mais adequada à realidade do país.

- O Middleware Ginga pode ser dividido em dois subsistemas principais, que permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma possuirá uma melhor adequação que o outro.


7) O que é IPTV?

- IPTV: não tem broadcast; usa o mesmo sistema de conexão da Internet (IP – Internet Protocol), para cada usuário, na transmissão de vídeo. Possui alta qualidade na entrega e é enviado apenas em streaming. Sua rede de distribuição de conteúdo é fechada.

8) O que é Web TV?

- Web TV: Precisa de computador + browser + sistema de vídeo. Serviços que oferecem vídeos pela Internet. Sua rede de distribuição de conteúdo é aberta, já que é transmitida via Internet. O conteúdo é visto principalmente no computador. Além disso, pode-se montar uma programação para ser enviada por download. Mas, pode haver pausas ou interrupções no envio do conteúdo, já que é uma rede pública, se for escolhido o sistema
streaming.



Além de toda essa discussão, o professor passou slides com tópicos interessantes. Abrimos um espaço na nossa comunidade para discuti-los, além de outros tópicos polêmicos. (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=48525537)








“TV Interativa

Tipos de dados para verificação

- “click stream” – os dados na forma bruta
- dados agregados por pessoas
- dados agregados pelo tempo
- identificados anônimos – cookies
- endereço IP do Sat Top Box
- informações pessoais identificáveis (PI I)
- data de nascimento e CEP

Tipos de perfil

- Demográfico: renda, estado civil, etc.
- Geodemográfico: perfil demográfico associado à localização
- Estilo de vida: o que você compra associado ao que você pode vir a comprar no futuro.
- Segmentos de mercado: o que você compra associado a uma teoria de onde você se encaixa na cultura.
- Psicográfico: as coisas que você compra associadas a uma teoria do que elas representam para você.

Filtragem Colaborativa

- Uso de inteligência artificial nos dados brutos de muitos usuários para tentar identificar estilos de vida e hábitos dos assinantes.”

Selecionamos alguns links que valem a pena ler:

http://publique.rdc.puc-rio.br/clipping/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=16658&sid=57
(“Bonitinha...cara, burra e capenga”)

http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialinteratividade/default.asp (tv digital e interatividade )
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2007/10/22/315147497.asp ( entrevista sobre a tv digital )

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u386278.shtml (globo diz que irá produzir conteúdo para celular em celulares com receptores da tv digital )

http://blog.estadao.com.br/blog/cruz/?title=as_patentes_e_a_tv_digital_interativa&more=1&c=1&tb=1&pb=1 (tv digital interativa)

http://www.ginga.org.br/



Participe de debates em nossa comunidade do orkut:

Conex@o Debate >>>http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=48525537


@NEXOS


1)Shopping aposta em TV interna

Simone Garrafiel do Jornal do Commercio

Com o objetivo de oferecer aos lojistas mais uma ferramenta para que possam potencializar as vendas e, ao mesmo tempo, promover vivências diferenciadas para o consumidor, o Shopping Leblon lançou o SLTV, programa de TV indoor exclusivo do mall, que traz conteúdo editorial e comercial para os clientes. De acordo com Mônica Orcioli, superintendente do shopping, o objetivo é oferecer serviços que estejam de acordo com os desejos e necessidades dos consumidores.
"Com conteúdo variado e atual, o programa é exibido em 18 monitores de plasma distribuídos pelos corredores do mall. Além do teor informativo do portal Terra de notícias, a consultora de moda Christina Pitanguy apresenta dicas de roupas, passa flashes de desfiles e comenta sobre curiosidades e tendências do mundo fashion", explica Mônica.
Outra fatia da programação do SLTV será dedicada ao merchandising, a qual será alimentada pelos lojistas que desejarem comunicar sua marca, conforme informa a superintendente. "Atualmente, é comum vermos totens espalhados pelos shoppings, o que muitas vezes atrapalha o fluxo de consumidores pelos corredores. Como o SLTV é transmitido no formato wide up, ou seja, verticalizado e específico para mídia in door, fica bastante visível e tem apelo visual e de movimento, fazendo com que chame a atenção dos consumidores. Será um serviço pago, mas que certamente trará bom retorno para os lojistas", destaca ela.
Até o momento, a resposta ao SLTV tem sido positiva. Segundo Cristiano Tassinari Alves, diretor executivo do Office Shopping, empresa especializada em mídia in door e merchandising, responsável pelo projeto do Shopping Leblon, foram ouvidos alguns freqüentadores para saber se vêem a programação, se gostam e se identificam com o conteúdo. "Comprovamos que a aceitação é muito boa", comemora.


2) Triple play pode ter vida curta, diz consultoria IDC Monica Ciarelli da Agência Estado


As operadoras de telefonia e as empresas de TV a cabo brigam pelo mercado brasileiro do chamado triple play, pacote de serviços que reúne telefone, banda larga e TV por assinatura. Mas será que vale a pena? Um estudo da consultoria IDC mostra que o sucesso do triple play pode ter vida curta no Brasil.
Em seu último boletim sobre o mercado de telecomunicações, a consultoria lembrou que a experiência em mercados mais maduros, como o Canadá, ficou abaixo das expectativas. O trabalho mostra que a oferta de triple play não foi um diferencial para as operadoras de telefonia fixa e empresas de TV a cabo.
Além disso, as vendas não resultaram em aumentos de receitas. Segundo a consultoria, passada a onda do lançamento ficou nítido para as empresas que um incremento das receitas só seria possível com a inclusão de novos serviços. A constatação deu origem ao quadruple play, que também coloca à disposição dos consumidores os serviços de celular e mobilidade, como banda larga móvel.
Para Vinicius Caetano, analista de telefonia do IDC, o Triple Play muito em breve vai deixar de ser um diferencial para virar commodity no mercado brasileiro. "O triple play será visto simplesmente como uma plataforma para agregar novos serviços. E, da mesma forma que no Canadá, as empresas que aqui ofertam os pacotes terão que se valer do quadruple play e de novos serviços para angariar mais receita", previu.
Caetano acrescenta que há sinergia para isso no mercado brasileiro. Ele lembra que importantes empresas de telefonia fixa e de cabo têm como matrizes companhias que possuem participação em operadoras celulares. Segundo ele, outro fator que reforça o interesse pelo quadruple play é tendência para a interatividade via TV, já que os pacotes contemplam TV digital e banda larga.
O triple play tem incentivado as vendas da Net. Sua base de clientes de televisão cresceu 15,5% no ano passado, para 2,475 milhões. Os assinantes de banda larga aumentaram 64,7%, para 1,423 milhão, e os de telefonia subiram 211,5%, para 567 mil. A Telefônica passou a oferecer TV paga como uma reação à Net.

TV, quem te viu quem te vê!














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@NEXOS


1)Shopping aposta em TV interna



Simone Garrafiel do Jornal do Commercio



Com o objetivo de oferecer aos lojistas mais uma ferramenta para que possam potencializar as vendas e, ao mesmo tempo, promover vivências diferenciadas para o consumidor, o Shopping Leblon lançou o SLTV, programa de TV indoor exclusivo do mall, que traz conteúdo editorial e comercial para os clientes. De acordo com Mônica Orcioli, superintendente do shopping, o objetivo é oferecer serviços que estejam de acordo com os desejos e necessidades dos consumidores.
"Com conteúdo variado e atual, o programa é exibido em 18 monitores de plasma distribuídos pelos corredores do mall. Além do teor informativo do portal Terra de notícias, a consultora de moda Christina Pitanguy apresenta dicas de roupas, passa flashes de desfiles e comenta sobre curiosidades e tendências do mundo fashion", explica Mônica.


Outra fatia da programação do SLTV será dedicada ao merchandising, a qual será alimentada pelos lojistas que desejarem comunicar sua marca, conforme informa a superintendente. "Atualmente, é comum vermos totens espalhados pelos shoppings, o que muitas vezes atrapalha o fluxo de consumidores pelos corredores. Como o SLTV é transmitido no formato wide up, ou seja, verticalizado e específico para mídia in door, fica bastante visível e tem apelo visual e de movimento, fazendo com que chame a atenção dos consumidores. Será um serviço pago, mas que certamente trará bom retorno para os lojistas", destaca ela.

Até o momento, a resposta ao SLTV tem sido positiva. Segundo Cristiano Tassinari Alves, diretor executivo do Office Shopping, empresa especializada em mídia in door e merchandising, responsável pelo projeto do Shopping Leblon, foram ouvidos alguns freqüentadores para saber se vêem a programação, se gostam e se identificam com o conteúdo. "Comprovamos que a aceitação é muito boa", comemora.



2)Triple play pode ter vida curta, diz consultoria IDC

Monica Ciarelli da Agência Estado


As operadoras de telefonia e as empresas de TV a cabo brigam pelo mercado brasileiro do chamado triple play, pacote de serviços que reúne telefone, banda larga e TV por assinatura. Mas será que vale a pena? Um estudo da consultoria IDC mostra que o sucesso do triple play pode ter vida curta no Brasil.
Em seu último boletim sobre o mercado de telecomunicações, a consultoria lembrou que a experiência em mercados mais maduros, como o Canadá, ficou abaixo das expectativas. O trabalho mostra que a oferta de triple play não foi um diferencial para as operadoras de telefonia fixa e empresas de TV a cabo.
Além disso, as vendas não resultaram em aumentos de receitas. Segundo a consultoria, passada a onda do lançamento ficou nítido para as empresas que um incremento das receitas só seria possível com a inclusão de novos serviços. A constatação deu origem ao quadruple play, que também coloca à disposição dos consumidores os serviços de celular e mobilidade, como banda larga móvel.

Para Vinicius Caetano, analista de telefonia do IDC, o Triple Play muito em breve vai deixar de ser um diferencial para virar commodity no mercado brasileiro. "O triple play será visto simplesmente como uma plataforma para agregar novos serviços. E, da mesma forma que no Canadá, as empresas que aqui ofertam os pacotes terão que se valer do quadruple play e de novos serviços para angariar mais receita", previu.

Caetano acrescenta que há sinergia para isso no mercado brasileiro. Ele lembra que importantes empresas de telefonia fixa e de cabo têm como matrizes companhias que possuem participação em operadoras celulares. Segundo ele, outro fator que reforça o interesse pelo quadruple play é tendência para a interatividade via TV, já que os pacotes contemplam TV digital e banda larga.

O triple play tem incentivado as vendas da Net. Sua base de clientes de televisão cresceu 15,5% no ano passado, para 2,475 milhões. Os assinantes de banda larga aumentaram 64,7%, para 1,423 milhão, e os de telefonia subiram 211,5%, para 567 mil. A Telefônica passou a oferecer TV paga como uma reação à Net.



Vantagens da TV Digital - Grupo ACPMF




Benefícios da TV Digital:
Alta definição (HD ou HDTV): Os programas serão transmitidos com maior nitidez.
Formato da tela: No padrão analógico, o formato da tela é dado pela relação 4:3, praticamente um quadrado. Com a TV Digital, o formato passará a ser 16:9, o mesmo usado no cinema, que permite ver mais áreas da cena que está sendo exibida. A figura abaixo mostra a comparação entre os formatos e definições.


Escala reduzida em 4 vezes.


Som Multicanal: Como ocorre no cinema e nos home theaters, o som poderá ser Surround 5.1.
Mobilidade: Haverá a possibilidade de assistir TV dentro de carros, ônibus, barcos, aviões, laptops, celulares ou em receptores de bolso, estando o usuário em movimento ou não, sem que a qualidade do som ou da imagem seja prejudicada.
Multiprogramação: Será possível para a emissora transmitir mais de um programa simultaneamente ou diferentes tomadas da mesma cena de forma que o telespectador escolha a que ele deseja ver (algo semelhante aos programas pay-per-view).
Interatividade: As emissoras poderão disponibilizar para o telespectador informações adicionais sobre a programação, tais como dados sobre os atores do filme apresentado, resumo da novela, notas sobre os times que estão jogando etc. Se o conversor digital (ou o televisor integrado) estiver conectado a uma rede de telecomunicações, o telespectador terá interatividade completa, ou seja, ele poderá interagir diretamente com o programa, votando em enquetes e participando de games, por exemplo.
EPG (Eletronic Program Guide): Presente em alguns sistemas de TV por assinatura, permitirá ao telespectador acessar dados sobre a programação de vários canais, como o nome do programa que está sendo exibido, do próximo e o gênero.




O conversor:



Para assistir a TV Digital, é preciso basicamente de um conversor (set-top box ou caixinha conversora), que executa basicamente três funções:
1. Converte a TV Digital em TV analógica para os atuais televisores analógicos.
2. Permite interatividade.
3. Permite funções adicionais, como gravar programas.
A indústria oferecerá vários tipos de set-top box, desde os mais simples (que só convertem o sinal) aos mais sofisticados (que executam todas as três funcões).




O intervalo comercial:

Para fazer dowload do áudio (Rapidshare), clique aqui.




Com a TV Digital, o que acontecerá com o intervalo comercial?

Continuará da mesma maneira que é hoje.

Existirá apenas nos programas transmitidos ao vivo.

Será opcional (o telespectador decidirá vê-lo ou não).

Não existirá mais.






Matérias Relacionadas
- Vivo vende em abril celular com TV digital, por Felipe Zmoginski, do Plantão INFO.
- Acordo reduz custo dos conversores para TV Digital, por Terra (Reuters).
- Celular com TV digital: Samsung lança o primeiro, por Henrique Martin, para o ZumoBlog.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Aula 25/03

Grupo Offline.
veja aqui!




(:

Aula do Dia 25/03 - Resumo do "Grupo dos Bombons"

Uma rápida introdução

O tema "televisão digital" vai dominar boa parte das aulas do nosso curso de Comunicação Audiovisual. No último dia 25 de março, demos o pontapé inicial no assunto, discutindo pela primeira vez o impacto que essa inovação deve causar no Brasil. Dessa vez, o Grupo dos Bombons apresenta o resumo da aula em dois formatos: Podcast e texto corrido. E, na seqüência, disponibilizamos uma série de artigos, sites e vídeos - além de um glossário - para melhor aprofundamento do que já foi debatido. Esperamos que vocês aproveitem!

Podcast

Para quem está com pregüiça de ler o resto do post, basta conferir o prático Podcast do Grupo dos Bombons para entender o que aconteceu na aula do último dia 25:



Resumo da aula

Antes de entrar no tema "televisão digital", começamos a aula discutindo o texto "Sim, a propaganda tradicional vai morrer", escrito pelo publicitário Miguel Genovese. Espécie de resumo do que estudamos nas aulas anteriores, o artigo apresenta uma idéia polêmica, baseada na tese de que a realidade virtual está tornando os anúncios cada vez mais baratos e democráticos. Desse modo, anunciantes que anteriormente não tinham capacidade de atingir um público muito grande estão ganhando bastante visibilidade, e sem gastar quase nada.

Na seqüência, conhecemos alguns modelos de sucesso desse novo tipo de comunicação online: a revista "Ehlas". Idealizada para um grupo bem reduzido - as mulheres que praticam surf - a publicação pode fazer sucesso por ocupar um "nicho" de mercado que estava em aberto. Embora tenha sido lançada há pouquíssimo tempo, a Ehlas já recebeu certa publicadade no meio ao qual é destinada, e parece ter um futuro muito promissor.

Depois disso, finalmente, entramos no tema principal da aula do último dia 25.

"A televisão digital oferece opções de interatividade". Foi essa a conclusão inicial da turma, quando começamos a discutir os efeitos da chegada da televisão digital no Brasil. A inovação já está disponível em São Paulo desde o último dia 2 de dezembro, embora os telespectadores ainda não possam desfrutar de todas as suas vantagens por enquanto.

Isso acontece porque uma boa parte das emissoras de TV reluta em transmitir seu sinal em High Definition (HD), continuando a passar seus programas em Standard Definition (SD). Por causa disso, os telespectadores permanecem recebendo o mesmo sinal de antes, com qualidade de som e grau de nitidez piores. Apesar disso, as perspectivas são boas para esses telespectadores que já adotaram a televisão digital aqui no Brasil.

Por ter começado a desenvolver o seu sistema depois de outros países, o Brasil teve a oportunidade de incluir na "sua" televisão digital algumas tecnologias que os outros não puderam, como o middleware "Ginga" e o formato "mp4". Assim, o Brasil tem a televisão digital mais moderna do mundo, apesar da maioria da população ainda não ter acesso a essa novidade. No Rio de Janeiro, a televisão digital só deve chegar no dia 20 de abril, enquanto as outras regiões do país só devem ter a mesma oportunidade no segundo semestre deste ano.

De qualquer maneira, as transmissões em HD vieram para ficar. Podemos fazer um paralelo com a época em que a televisão se dividia entre "em cores" e "preto e branco". Mesmo após a chegada dos televisores "em cores", os "preto e branco" continuaram a ser vendidos durante certo tempo, até que o seu público simplesmente desapareceu. É exatamente isso que deve acontecer com as transmissões em SD: elas ainda devem permanecer por mais alguns anos, até que a maioria da população complete a transição para HD. A partir daí, a tendência é que as atrações em SD sejam cada vez mais raras.

Atualmente, as empresas de televisão a cabo realizam suas transmissões no formato digital, mas ainda em SD. Como as emissoras não transmitem seu sinal em HD para NET, Sky, DirecTV e companhia, estas últimas não têm como mostrar os programas em alta definição para seus usuários. Isso só deve mudar com a pressão dos assinantes, que vão forçar as empresas de televisão a cabo a pagarem uma taxa extra para receberem as transmissões em HD.

Para "entrar" na televisão digital, o consumidor precisa adaptar tanto o televisor quanto o decodificador. Mudar apenas um dos dois não é suficiente. Primeiramente, é necessário que o televisor tenha resolução de 1920 x 1080, e um mínimo de 40 polegadas. Se tiver menos do que isso, as imagens vão vir na resolução 720 x 480, que satisfaz apenas às transmissões em SD. Ao mesmo tempo, o decodificador precisa ser um "set-top box"', capaz de "interpretar" as informações que vêm de satélite para mostrar os programas no formato digital.

Na televisão digital, uma série de inovações estão incluídas. Entre elas, a possibilidade de comprar filmes, canais e eventos por controle remoto, e a capacidade de gravar, pausar e rever programas. No caso de uma transmissão ao vivo, porém, não será possível "cortar" os comerciais, já que as imagens estão chegando naquele momento.

Estes foram apenas alguns dos temas que nós abordamos em sala de aula. Para maior aprofundamento do assunto, recomendamos os artigos, sites e vídeos abaixo:

Artigos para aprofundamento

- http://publique.rdc.puc-rio.br/clipping/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm - Para visualizar o texto, clique em "domingo", e depois em "Por que o futuro é o universo digital". Na verdade, trata-se de um resumo de uma reportagem do Jornal do Brasil do último domingo, que publicou uma entrevista com o professor da PUC-Rio Luiz Fernando Soares. O tema? A televisão digital, é claro...

- http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=476TVQ001 - O artigo do jornalista Nelson Hoineff - escrito no início deste mês - mistura vários temas que estão sendo debatidos em sala de aula. Entre outros assuntos, Hoineff discute a importância da televisão para os jovens, e as novas tecnologias que chegam junto com a televisão digital.

- http://www.radiobras.gov.br/materia_i_2004.php?materia=268537&q=1&editoria=NA e http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2006/06/29/materia.2006-06-29.1657327261/view. As reportagens - ambas de autoria de Cecília Jorge - relatam posições de vista diferentes sobre a opção do Brasil de seguir o modelo japonês para instalar a televisão digital por aqui. Será que a escolha foi certa ou errada? Vale a pena conferir os textos para se ter uma opinião.

Sites recomendados

- http://www.dtv.org.br/ - Endereço oficial da televisão digital no Brasil. Inclui explicações gerais sobre o sistema brasileiro, uma sessão de "perguntas freqüentes" e um glossário de termos técnicos.

- http://www.ginga.org.br/ - O "Ginga" é o middleware desenvolvido no Brasil para "gerenciar as funções de interatividade na televisão digital brasileira". Peça essencial para aqueles que desejarem fazer a transição da TV analógica para a digital, o "Ginga" ganhou este site próprio, montado pelos técnicos responsáveis pela sua criação.

Vídeos


Reportagem do programa "Olhar Digital" sobre a chegada da televisão digital em São Paulo. O que já mudou, o que ainda vai mudar, e o que é preciso para mudar.


Matéria do "Jornal Nacional" que foi ao ar em 30 de junho de 2006. Um dia antes, o Brasil havia assinado acordo com o Japão para usar o modelo japonês na implementação da televisão digital por aqui. E a repórter Sônia Bridi mostrava como a inovação já estava mudando a "Terra do Sol Nascente".

Glossário

Não há como negar que a discussão em torno da televisão digital envolve uma série de termos técnicos, que às vezes dificultam o debate. Para facilitar um pouco, preparamos um pequeno glossário com algumas siglas e palavrinhas fundamentais:

- SDTV (Standard Definition TV)*: São os televisores que têm definição nativa de 480 linhas horizontais. A maior parte dos televisores presentes no mercado pode reproduzir sinais com 480 linhas entrelaçadas. Com transmissão digital, a qualidade de imagem destes televisores será a mesma que eles apresentam quando conectados a um DVD. O conceito SDTV tem relação com a qualidade de imagem e não com o fato do produto ser digital ou analógico. Um produto SDTV pode ter um sintonizador digital.

- HDTV (High Definition TV)*: São os televisores capazes de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Caso possuam a função "progressive scan" e capacidade de exibir imagens com 1080 linhas de definição horizontal progressiva (1080p), esses televisores ficam conhecidos como FULL HD. Dependendo da fonte do sinal, podem exibir a melhor definição disponível em alta definição.

- Progressive Scan*: Alguns televisores ou geradores de imagem possuem um sistema de processamento de sinal chamado "progressive scan". Neste caso, cada quadro de imagem é formado seqüencialmente, gerando melhoria considerável na qualidade de imagem. Grande parte dos televisores de LCD e Plasma disponíveis no mercado já incorporam esta tecnologia.

- Televisor Digital*: É todo televisor que possui um sintonizador interno que permita receber as transmissões digitais sem necessidade, por exemplo, de um Conversor Digital. Esse televisor pode receber também transmissões analógicas.

- Televisor Analógico*: É todo televisor que possui um sintonizador interno que permita receber as transmissões analógicas más não recebe transmissões digitais, necessitando para isso de um Conversor Digital (set-top box).

- Formato da Imagem (4:3/16:9)*: Esses números representam a proporção entre largura e altura da tela. Toda transmissão em HDTV será no formato 16:9, que é muito parecido com os filmes feitos em películas (analógicos).

- Set-Top Box**: É um termo que descreve um equipamento que se conecta a um televisor e a uma fonte externa de sinal, e transforma este sinal em conteúdo num formato que possa ser apresentado em uma tela.

- Middleware**: é um programa de computador que faz a mediação entre outros softwares.

- Ginga**: é o middleware que gerenciará as funções de interatividade na televisão digital do Brasil. Espera-se que ele esteja presente nos set-top boxes vendidos no Brasil a partir de meados deste ano.

* = definições adaptadas do site DTV
** = definições adaptadas da Wikipedia

Por enquanto é isso aí, galera. Até a próxima!