Entre jornalismo impresso e jornalismo online, eu confesso: prefiro os quadrinhos da Amely. Que a Lisa e a Clarice não me escutem dizer isso. E se alguém contar, nego com a cara mais lavada do mundo. Aliás, lavada não, porque haja cosmético.Mas voltando a história das mídias... Todo mundo sabe que a gente vive num mundo informatizado. Eu mesma tô tentando aprender o máximo que posso. Tô super-ligada nessa coisa de tecnologia. Já tenho orkut e tudo. Passem lá depois pra me dar um alô. Adoooro! Mas nem todo mundo acha que os computadores são a escolha número 1 pra tudo. O Alex falou que enquanto a maior parte da população não tiver acesso às máquinas, a comunicação impressa vai continua em alta. Se bem que esse pessoal de Cinema... Não sei não. Eu pensei em perguntar pro Giba o que ele pensa sobre o assunto, mas o fato de ele nem ter orkut já diz muito. Ou não? Publicitário é publicitário. Pra eles qualquer lugar é lugar pra se vender alguma coisa.
Já eu prefiro alugar. Aluguei tanto o Marcelo que ele fez essa página em minha homenagem no blog de Márcio Nunes. Também aluguei a Lisa pra ela escrever pra mim, mas ela não quis. Depois sai por aí dizendo que é roteirista e blá, blá, blá. Tomara que, pelo menos, as figuras da Clarice fiquem boas. Figura é muito mais legal né? Taí. Eu acho que jornalismo online é muito mais imagético. Já jornalismo impresso por sua própria história me remete mais à palavra. Dá pra dispensar imagem no papel, mas na tela, não. Fica estranho. Mas, olha só: não tô dizendo que foto é suficiente pra fazer jornalismo online não.
Tem uma outra coisa que eu gosto na internet: ela muda toda hora. As informações são sempre alteradas. Meu humor também é assim. As meninas me entendem... Mas o que eu tô querendo dizer é que a notícia online sempre chega primeiro. Podem até falar que o jornal impresso é mais bem apurado e mais bem escrito. É verdade. Mas enquanto no impresso leitor é leitor, no jornalismo online a gente pode participar à vontade, comentando matéria, criticando situações, elogiando comportamentos, etc. Sem contar o fato de a notícia estar ali sempre que for necessária. Um click na ferramenta de busca e zatz. Lá está o que você procura, não importa que tenha sido de milhões de edições atrás.
Mas vamos falar logo da coisa da publicidade, que eu já tô atrasada pra academia. Se eu fosse da Petrobrás, primeiro eu privatizaria ela pra acabar com essa chantagem emocional que a Bolívia faz. (Eu tinha prometido aos meninos que não ia tocar nesse assunto... agora é tarde). De volta à publicidade. Se eu fosse representante da BR escolheria a mídia impressa pra fazer publicidade da empresa. Isso porque acho que estaria falando com um público mais velho, mais conservador. Combustível não é o meu assunto favorito, e olha que eu sou movida a gás. Anyway, pessoas que vão às bancas comprar jornais, mesmo jovens, são pessoas mais sérias, interessadas em negócios.
Porém, talvez a campanha publicitária quisesse falar de uma promoção. Imaginem: Complete o tanque e concorra a uma viagem ao Caribe. À Ibiza. Às Ilhas Gregas. Eu não ia querer perder isso por nada no mundo. Mas como nós, informatizados, saberíamos se não tivesse online? Essa é a questão. Não podemos definir a mídia, se não tivermos em mente quem é o nosso target. Mas isso eu deixo pra o pessoal da área. Agora, deixem-me ir que meu personal training já deve estar enlouquecido.
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Gente! Tem algumas coisas que o meu grupo pediu para eu acrescentar...
1º - o meu orkut!, é claro!
2º - o vídeo que eu apresento! É sobre essa aula! Você não pode perder!
3º - o texto em que se baseou a atividade da aula do dia 13/03
4º - o texto da editora do site BlueBus, Elisa Araújo, "A internet acabou com o amanhã."
http://www.elisaaraujo.com.br/elisa.htmAgorasim! Beijocas!
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