Comunicação Audiovisual
Ao entrar na sala era claro que aquela não seria uma aula comum. As cadeiras haviam sido reorganizadas em grupos de cinco, e ao nos colocarmos em nossos lugares, o professor avisou que iríamos assistir a três vídeos, e depois discutir as idéias expostas em cada um. Cada grupo expôs seu ponto de vista e, no fim, chegamos, basicamente, às mesmas conclusões:
No caso do 1º filme (http://www.youtube.com/watch?v=AeszzyA_lus), foi citada a solidão que aquele homem mostrava. Conseqüentemente, conversamos sobre as relações pessoais que foram deixadas de lado, uma vez que no vídeo o homem “substituía” o professor físico por uma máquina. Também foi citada a possível inviabilidade do processo já que o homem (com idade avançada) está aprendendo a ler com um computador. Esta inviabilidade está no fato de que uma pessoa precisaria de dinheiro para comprar a máquina, mas também se entende que uma pessoa que não saiba ler, não tenha um bom poder aquisitivo.
Outro aspecto ressaltado, que se diferencia da nossa realidade, foi a necessidade que o homem tinha de escanear a matéria que queria ler. Hoje, sabemos que a internet facilitou bastante as nossas vidas e que, portanto, não precisaríamos de um scanner para ler determinada reportagem, bastaria que fôssemos ao site do jornal para lê-la.
Já no 2º filme (http://www.youtube.com/watch?v=XJ4JjDRjjSU), a máquina parece se aproximar e se assemelhar com o que temos atualmente: um só produto com diversas funções. É claro que no vídeo estas várias funções são exageradas, principalmente devido à inteligência artificial, com a qual ainda não convivemos. Ainda falta ao computador uma compreensão semântica.
Foi citada, diversas vezes, a acomodação diante daquele computador. Muitas pessoas disseram que a máquina faria tudo para a pessoa e que, por isso, ela não teria que se preocupar com mais nada. Aquela invenção do vídeo pode parecer estar, para alguns, além dos nossos limites. No entanto, não podemos deixar de dizer que vivemos numa época na qual a internet predomina e nos facilita ao extremo, mas nem por isso deixamos de fazer nossas coisas. Talvez para nossos pais e avós, a internet ainda seja inadmissível, porém, como para nós, jovens, ela é normal, talvez o computador seja a coisa mais banal para as gerações futuras.
Após uma breve discussão a respeito dos dois filmes, assistimos a um 3º (http://www.youtube.com/watch?v=rq6mHtsKoME), o conhecido filme do “Rafinha”. No curta, é mostrada a vida de um jovem menino pertencente à geração “C”. Rafinha é um menino que nasceu na era do computador e faz tudo através de tecnologias. Joga videogames, escuta música, fala com os amigos, etc. A discussão trazida pelo filme é aquela que envolve as conseqüências que um excesso de tecnologia pode trazer para a sociedade.
Os seis grupos da turma discutiram questões importantes como: o possível isolamento que a tecnologia pode trazer, os benefícios e a facilidade que a internet e os meios de informação novos trazem para o mundo do conhecimento e a influência que as novas mídias são capazes de exercer. Após ouvir a opinião de todos os grupos, chegou-se a conclusão que todos somos “Rafinhas”. A tecnologia abre as nossas portas para um mundo de possibilidades e informações, sejam boas ou ruins. Somos capazes de realizar infinitas coisas graças aos novos tipos de mídia e informação, nos resta saber se iremos usá-las para fazer o bem, ou para fazer o mal.
Ao entrar na sala era claro que aquela não seria uma aula comum. As cadeiras haviam sido reorganizadas em grupos de cinco, e ao nos colocarmos em nossos lugares, o professor avisou que iríamos assistir a três vídeos, e depois discutir as idéias expostas em cada um. Cada grupo expôs seu ponto de vista e, no fim, chegamos, basicamente, às mesmas conclusões:
No caso do 1º filme (http://www.youtube.com/watch?v=AeszzyA_lus), foi citada a solidão que aquele homem mostrava. Conseqüentemente, conversamos sobre as relações pessoais que foram deixadas de lado, uma vez que no vídeo o homem “substituía” o professor físico por uma máquina. Também foi citada a possível inviabilidade do processo já que o homem (com idade avançada) está aprendendo a ler com um computador. Esta inviabilidade está no fato de que uma pessoa precisaria de dinheiro para comprar a máquina, mas também se entende que uma pessoa que não saiba ler, não tenha um bom poder aquisitivo.
Outro aspecto ressaltado, que se diferencia da nossa realidade, foi a necessidade que o homem tinha de escanear a matéria que queria ler. Hoje, sabemos que a internet facilitou bastante as nossas vidas e que, portanto, não precisaríamos de um scanner para ler determinada reportagem, bastaria que fôssemos ao site do jornal para lê-la.
Já no 2º filme (http://www.youtube.com/watch?v=XJ4JjDRjjSU), a máquina parece se aproximar e se assemelhar com o que temos atualmente: um só produto com diversas funções. É claro que no vídeo estas várias funções são exageradas, principalmente devido à inteligência artificial, com a qual ainda não convivemos. Ainda falta ao computador uma compreensão semântica.
Foi citada, diversas vezes, a acomodação diante daquele computador. Muitas pessoas disseram que a máquina faria tudo para a pessoa e que, por isso, ela não teria que se preocupar com mais nada. Aquela invenção do vídeo pode parecer estar, para alguns, além dos nossos limites. No entanto, não podemos deixar de dizer que vivemos numa época na qual a internet predomina e nos facilita ao extremo, mas nem por isso deixamos de fazer nossas coisas. Talvez para nossos pais e avós, a internet ainda seja inadmissível, porém, como para nós, jovens, ela é normal, talvez o computador seja a coisa mais banal para as gerações futuras.
Após uma breve discussão a respeito dos dois filmes, assistimos a um 3º (http://www.youtube.com/watch?v=rq6mHtsKoME), o conhecido filme do “Rafinha”. No curta, é mostrada a vida de um jovem menino pertencente à geração “C”. Rafinha é um menino que nasceu na era do computador e faz tudo através de tecnologias. Joga videogames, escuta música, fala com os amigos, etc. A discussão trazida pelo filme é aquela que envolve as conseqüências que um excesso de tecnologia pode trazer para a sociedade.
Os seis grupos da turma discutiram questões importantes como: o possível isolamento que a tecnologia pode trazer, os benefícios e a facilidade que a internet e os meios de informação novos trazem para o mundo do conhecimento e a influência que as novas mídias são capazes de exercer. Após ouvir a opinião de todos os grupos, chegou-se a conclusão que todos somos “Rafinhas”. A tecnologia abre as nossas portas para um mundo de possibilidades e informações, sejam boas ou ruins. Somos capazes de realizar infinitas coisas graças aos novos tipos de mídia e informação, nos resta saber se iremos usá-las para fazer o bem, ou para fazer o mal.
Grupo AVmais
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