segunda-feira, 31 de março de 2008

Aula do dia 25/03/08

Explicação:

Nós, do Grupo GYMPcom, resolvemos postar nosso resumo de uma maneira diferente. Por isso, criamos um perfil do Myspace para podermos documentar as aulas.

O Myspace é um site de relacionamentos muito usado nos EUA e infelizmente só se pode criar um perfil se for convidado por outro usuário. Assim, para vocês poderem visualizar o perfil do nosso grupo, criamos um usuário para os alunos:

LOGIN: alunoscomm@gmail.com

SENHA: comunica1

Tutorial:

Ao clicarem no link, voçês estarão diante do nosso perfil. Para acessarem a documentação por escrito, é so clicar na "Documentação da aula do dia 25/3/08". Para verem fotos ou videos, cliquem em "Pics" ou "Videos" (se estiver em inglês) ou "Fotos" e "Videos" (se estiver em português). Ao clicarem nas fotos ou videos, o myspace requisitará o login e a senha de usuário, assim é só se logar com o perfil criado para vocês e o site redicionará vocês diretamente para as fotos ou os videos.

Os comentários podem ser deixados aqui no próprio Blog.

LINK:

www.myspace.com/commdigital

Obrigado,

GYMPcom.

sexta-feira, 28 de março de 2008

OBS

O grupo Nov@midia (Astrid Tremper, Jéssica Lauritzen, Juliana Bonfim, Livia Milagres e Maya Cheferrino), das 13h, vai documentar a próxima aula (3ª feira, 1° de abril).

quinta-feira, 27 de março de 2008

DICA - Publicidada na TV Digital

Não sei quem lembra, mas ano passado houve um seminário sobre "A Publicidade na Era da TV Digital".
Quem não lembra, não tem problema, porque no Portal Puc-Rio Digital estão sendo publicadas 6 matérias sobre esse seminário.
Vale a pena conferir.

quarta-feira, 26 de março de 2008

TV Digital

Textos sobre TV Digital para a próxima aula.

http://www.dtv.org.br/cartilha.php

http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2007/10/22/315147497.asp

http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp

Grupo 5 - Canal Arquivo



CANAL ARQUIVO





Seria um canal possível através da TV Digital, onde os assinantes pudessem buscar programas antigos da TV brasileira. Devido a grande produção de conteúdo torna-se necessário um canal arquivo para rever e pesquisar os programas da TV desde os anos 50. A busca funcionaria através de palavras chaves, emissoras, datas e programas.



-Objetivo: pesquisar, matar saudades dos programas favoritos, analisar a evolução da tv brasileira.


-Possíveis patrocinadores e investidores: TV Globo, SBT, Record e outros canais, além de anunciantes.


-Público-Alvo: Adolescentes, adultos e idosos.


-Venda: Pagaria-se uma taxa adicional para obter o canal.

Para os alunos da turma das 13h

O grupo iBroadcast 2 irá documentar a aula na Quinta-feira (3 de Abril) da semana que vem. Já marcamos a câmera com o Aníbal e já avisamos ao professor.

Obrigado
ibroadcast2.blip.tv

terça-feira, 25 de março de 2008

online x impresso


Grupo Focas - Aula do dia 13 de março


Jornal online ou impresso?

O avanço tecnológico é evidente em todos os campos da sociedade. Inclusive na área jornalística, onde, cada vez mais, a internet ganha espaço e propõe interatividade aos leitores. O jornal impresso parece perder lugar para essa nova mídia, ao mesmo tempo que é conhecido por sua credibilidade e competência. Em qual desses dois meios a propaganda de uma empresa como a Petrobrás renderia mais? Vamos separar em alguns tópicos as qualidades de cada mídia para então discutirmos qual seria mais eficiente.
Impresso:
- fidelidade ao jornal
- o jornal é mais organizado. Melhor visualizarão da propaganda, pois
esta que é colorida se destaca no preto e branco.
- credibilidade
- acessibilidade pois qualquer um pode comprar
- melhor exposição: o jornal tem que ser folheado o que obriga o leitor
a ver a publicidade
- maior mobilidade: o jornal circula na mão das pessoas, outras acabam
vendo e lendo
- maior receptividade: as pessoas não se importam com publicidade no
jornal, já na Internet incomoda
- maior abrangência pública
Online:
- maior feed-back: pode-se calcular quantas pessoas clicaram no site
- mais barato
-não há limitação de espaço
- interatividade
- online é mais atraente; recursos gráficos
- o online pode atingir níveis diferentes, maior acessibilidade
- multimedia: não precisa ficar limitados a textos, podem usar áudio,
vídeos,...
-tendência a maior número de usuários

Das qualidades relativas ao jornal impresso podemos destacar a credibilidade, fidelidade e a mobilidade. Os jornais impressos ainda atingem mais a população que os jornais online e a questão da credibilidade existe. Afinal, muitas vezes os sites escrevem e reescrevem a mesma noticia.

A agilidade, nesse caso, atrapalha, pois são dadas noticias de forma rápida mais equivocadas. Já a mobilidade ( poder levar o jornal consigo para qualquer lugar) deixa o leitor em contato por muito tempo com a propaganda, algo que no computador não acontece. E, finalmente, a fidelidade, conquistada pelos jornais impressos, durante anos, e que é inegável. Os leitores fiéis entraram em contato com a publicidade. Já nos sites isso não ocorre. As vezes, uns entram no site A hoje e no B amanhã.
Para contrapor, o jornal online também trás vantagens importantes. A questão do custo de produção, quase zero em relação ao custo do impresso e a não limitação de espaço, já que o impresso tem tudo calculado desde as letras até as paginas. No online você pode escrever sem “fronteiras”, põe-se links e pronto.Outra vantagem em destaque é a Multimedia. Pode-se usar e abusar da criatividade nas propagandas. Usa-se áudio e vídeo, tornando a publicidade muito mais atraente do que simples textos e fotos do jornal impresso.

Após aprofundarmos um pouquinho nessa questão, vimos que tanto o jornal impresso quanto o online tem suas diversas qualidades. O principal nisso é saber o objetivo da campanha. O que ela e propõe a fazer e para qual público alvo ela está direcionada. Saber faixa etária, classe social, etc. O jornal online com suas inovações pode ser muito superior em uma campanha direcionada para jovens, mas o jornal impresso pode ser mais eficiente em uma direcionada a adultos a cima dos quarenta anos.
Portanto, antes de tudo é preciso adequar o objetivo ao meio de comunicação.
Abaixo, um vídeo da aula: http://jaycut.com/mix/13063/preview
Alguns links sobre o assunto:

TVejo na Night






A Night agora pode ser interativa. Descobrir um pouco mais sobre aquela menina que você está de olho, mandar um correio do amor, escolher as músicas que vão tocar na pista de dança e, no final da festa, ainda receber as melhores fotos da noite. Tudo isso é possível com o TVejo na Night.







Além de Boites, festas de aniversário podem contratar nossos serviços. Na tela interativa do TVejo, fotos dos amigos e de momentos marcantes do aniversariante. Os convidados postam homenagens, trazem vídeos para incrementar os slides shows. No final da festa, um DVD marca as recordações para o aniversariante. Cartãozinho de parabéns é coisa do passado.






Momentos mais família estão aí, mas o TVejo na night tem vocação para a pegação. Preenchendo seu perfil na chegada da night, as pessoas podem se classificar e ver quem está mais cotado.

E para quem precisa de uma ajudinha.... O TBejo na night está aí para isso! As luzes se apagam e as imagens param. O que acontece no TBjo na night não vai para a galeria de fotos.



segunda-feira, 24 de março de 2008

Audiovisual 18/03/08

Podcast do grupo Conversa Afinada

Chip In!

Na aula do dia 18 de março, o Márcio pediu para que criássemos uma empresa que fosse voltada para novas mídias. Quanto ao dinheiro, não seria problema, pois teríamos capital suficiente para fazer investimentos. Depois de discutir bastante, nosso grupo criou um serviço de nome Chip In. Aqui vão detalhes:

Inicialmente, nosso serviço será voltado para os usuários do metrô. Para lançar o dispositivo Chip In no mercado, faremos a distribuição de alguns exemplares mediante a compra da passagem. Serão estrategicamente posicionadas quatro telas digitais em cada vagão, cuja programação consistirá basicamente em propagandas e comerciais, além de funcionar como um menu para escolha de conteúdos viabilizados para o chip do usuário.

Para ter acesso, basta que o consumidor esteja portando um celular de qualquer operadora e obtenha o Chip In, encontrado em lojas conveniadas ao metrô por um valor pouco acima dos chips convencionais. Esse chip numerado será conectado ao celular e, ao aproximar-se da tela, o conteúdo exibido é transportado para a tela do celular. Assim, cada usuário poderá escolher o canal de sua preferência, seja vídeo, música, notícias, novelas e uma variedade de programas, sem incomodar ou ser incomodado.

A capacidade de armazenamento permite um arquivo de cada opção ou vários de um mesmo canal, a gosto do cliente. O conteúdo será armazenado por um período de duas horas, podendo ser renovado quando em cobertura do metrô antes de terminar o prazo. O Chip In poderá ser utilizado sem nenhuma taxa extra em um período indeterminado, de acordo com sua vida útil.


Esse é um empreendimento a curto e médio prazo, podendo ser estendido a outras categorias futuramente. A receita será proveniente da venda dos dispositivos e, principalmente, dos anunciantes, que terão suas propagandas exibidas nas telas em tempo integral.

Grupo:

Astrid Tremper, Jéssica Lauritzen, Juliana Bomfin, Lívia Milagres, Marcel Octavio e Maya Cheferrino.


Mãos à obra!



A turma se dividiu em cinco grupos, e cada um tinha o seguinte desafio: criar um serviço novo, que utilizasse alguma(s) nova(s) mídia(s). E o serviço deveria, é claro, estar relacionado à comunicação. As sugestões foram essas:



- SKY / Lojas Americanas.
- Canal de vendas.
- TV Digital.
- Comandos pelo controle remoto.




- Central de comunicação médica.
- Facilita o acompanhamento do paciente pelo médico e familiares.
- Monitoramento através de câmeras e ficha do quadro médico.
- Pode ser utilizado pelo paciente para entrar em contato com o médico ou vice-e-versa.



- Informações instantâneas.
- Constante x Temporário.
- Bolsa de valores.
- Trânsito.
- Comunicação interna.


- Foto mensagem, vídeo mensagem e mensagem de texto.
- Barato e fácil
- Qualquer tipo de empresa pode adquirir o produto.
- O cliente escolhe o raio de alcance.
- Interatividade.



- Supermercados e lojas de departamento.
- Banco de dados com produtos para facilitar a localização (GPS).
- Dados sobre o produto.
- Tela touch screen.



Após breves apresentações dos grupos, houve uma debate entre a turma. Foi discutido:
- Viabilidade dos projetos, pontos positivos e negativos;
- Serviços semelhantes que já existem;
- O que falta para que esses projetos sejam postos em prática? Conhecimento das mídias, dinheiro, público interessado, mas principalmente vontade de pôr em prática, interesse.
- Know-How coletivo: empresas que colocam o usuário para trabalhar pra elas. Exemplos: Amazon, E-bay.

Além disso, o Márcio deixou uma questão para os alunos: Que nome se dá às perguntas do tipo “Você gostaria de continuar recebendo essa mensagem?"

Assuntos para as próximas aulas: IPTV, TV Digital, interatividade na TV e em outros veículos.


DICA: Wave Festival - O maior festival de propaganda da América Latina.

sábado, 22 de março de 2008

Comunicação & Novas Mídias- Aula dia 18/03- Grupo 2 - Leonardo Neumann, Erica Galeão, Gabriel Carneiro, Julia Palermo, Karina Maverberg, Marco Grillo.

Projeto de Nova Mídia: Tv Digital para os meios de transporte público

Nos ônibus:

- seriam colocadas telas na parte de trás de cada assento, que ligariam quando o passageiro se sentasse;

- fones de ouvido não seriam disponibilizados gratuitamente, tendo cada um que utilizar os seus; porém, estes poderiam ser comprados com o cobrador ao entrar no ônibus;

- botões estariam situados fora da tela para evitar o desgaste da mesma;

- a televisão seria digital, já que a analógica não pode ser utilizada em movimento, e seria interativa: o passageiro escolheria sua preferência de entretenimento no Menu Principal. Ele poderia optar por: TV (Jornais, Novelas, Esportes, Desenhos e Filmes), Rádio, Jogos e GPS;

- Na seção GPS: o passageiro teria a localização exata do ônibus, a rota que este percorre e ainda outras informações auxiliares, como as possíveis conexões com outras linhas, as estações de metrô nas redondezas etc;

- Na seção Rádio: funcionaria como um rádio normal. O passageiro sintonizaria na rádio que desejasse, AM ou FM, como em um aparelho regular;

- Na seção Jogos: pequenos joguinhos interativos seriam oferecidos aos usuários;

- Na seção TV: o passageiro poderia optar entre a programação do dia anterior e a do dia presente. Em seguida ele escolheria entre: Jornais, Novelas, Esporte, Desenhos e Filmes;

- O patrocínio para esse projeto seria fornecido pela Prefeitura, pelos canais de Televisão (ex: Globosat); pelos canais de Rádio; etc. Verbas também seriam levantadas pelos anunciantes em geral (ex: Lojas Americanas, Casas Bahia, etc) que seriam focados no público-alvo (classes C e D).

Nos metrôs: o sistema seria praticamente o mesmo, havendo mudanças somente na seção GPS. O mapa seria principalmente das estações, indicando as distâncias e o posicionamento do trem, e as informações auxiliares seriam sobre as rotas de ônibus de conexão (metrô na superfície).

sexta-feira, 21 de março de 2008

Aula do dia 18/03 - Grupo 1 (13h)

O professor pediu que a sala se dividisse em 5 grupos para criar um serviço que unisse comunicação com novas mídias.

Nossa idéia era de um serviço que levasse informação com facilidade às pessoas nos ônibus e metrôs. Devido à movimentação dos transportes pensamos em usar a TV digital.

Telas seriam instaladas dentro de ônibus e metrôs e através dela algumas chamadas de matérias passariam. A pessoa poderia ler ou ouvir a narração do lead com os fones instalados dentro dos transportes. Para saber a notícia na íntegra o consumidor deveria mandar SMS para um determinado número e, assim, receberia no próprio celular os detalhes que faltam.

Também seriam veiculadas mini-reportagens, propagandas e alguns curtas vencedores de festivais de cinema.

Quem paga a conta é a empresa que contrata nosso serviço, as telefonias que recebem por cada torpedo e as marcas que quiserem divulgar seus produtos/serviços pelas nossas TVs digitais.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Aula 13/03 - Grupo Insight


Na aula de 13/03, a proposta era confrontar as vantagens de se fazer publicidade em um veículo analógico ou digital. Para isso, Márcio dividiu a turma em 2 grupos e fingiu ser do setor de marketing da Petrobras. Cada grupo tinha que convencê-lo a investir seu dinheiro em publicidade na mídia impressa ou na mídia online. Baseados no texto que o Márcio postou no blog, os grupos debateram tal questão para tentar atrair o suposto capital da Petrobras.

Segundo o grupo, os veículos digitais garantem um maior acesso por dia, o que não ocorre no impresso. As principais vantagens do jornal online são atualização e multimídia. Além disso, esse tipo de jornal tem espaço ilimitado na web ,interação, maior feedback, possibilidade de monitorar a aceitação do público consumidor e baixo custo de produção/distribuição.
Se quiser saber mais, sugerimos o acesso a
este link.

Vejam aqui uma pequena
amostra do que rolou.

Já para o grupo que tentava atrair a publicidade para o jornalismo impresso, a principal vantagem do jornalismo impresso é a credibilidade, que torna o público fiel ao veículo. Os analógicos também ganham pontos no aspecto físico, já que, para o grupo, é muito mais confortável ler um jornal impresso do que fazê-lo na tela do computador. Além do mais, o tempo reservado para ler o impresso faz com que o leitor dê mais atenção à publicidade contida neste.
Para se aprofundar no assunto, recomendamos
este texto.

Assistam a um
pedaço da discussão.


Considerações finais

Após as discussões, percebemos que o Márcio não tinha deixado clara a proposta da campanha publicitária. Foi unanimidade na turma que a maior vantagem do jornal online é a possibilidade de multimídia, enquanto, no impresso, é a mobilidade do papel.
Enfim, chegamos à conclusão de que ambos têm suas qualidades e que não podemos pensar no futuro da comunicação como a exclusão de um meio pelo outro, mas na integração dos dois meios. Os sistemas estão tão avançados que, talvez, em um futuro próximo, se possa juntá-los.

Para se aprofundar:

Campanha do Estadão contra blogs feita pela Talent ( 1 e 2 )

Como as novas mídias estão tomando o mercado publicitário, e como a imprensa tradicional deve agir para se garantir?

quarta-feira, 19 de março de 2008

Grupo da Flora: Impresso ou Online? Ai, dúvida cruel!

Entre jornalismo impresso e jornalismo online, eu confesso: prefiro os quadrinhos da Amely. Que a Lisa e a Clarice não me escutem dizer isso. E se alguém contar, nego com a cara mais lavada do mundo. Aliás, lavada não, porque haja cosmético.

Mas voltando a história das mídias... Todo mundo sabe que a gente vive num mundo informatizado. Eu mesma tô tentando aprender o máximo que posso. Tô super-ligada nessa coisa de tecnologia. Já tenho orkut e tudo. Passem lá depois pra me dar um alô. Adoooro! Mas nem todo mundo acha que os computadores são a escolha número 1 pra tudo. O Alex falou que enquanto a maior parte da população não tiver acesso às máquinas, a comunicação impressa vai continua em alta. Se bem que esse pessoal de Cinema... Não sei não. Eu pensei em perguntar pro Giba o que ele pensa sobre o assunto, mas o fato de ele nem ter orkut já diz muito. Ou não? Publicitário é publicitário. Pra eles qualquer lugar é lugar pra se vender alguma coisa.

Já eu prefiro alugar. Aluguei tanto o Marcelo que ele fez essa página em minha homenagem no blog de Márcio Nunes. Também aluguei a Lisa pra ela escrever pra mim, mas ela não quis. Depois sai por aí dizendo que é roteirista e blá, blá, blá. Tomara que, pelo menos, as figuras da Clarice fiquem boas. Figura é muito mais legal né? Taí. Eu acho que jornalismo online é muito mais imagético. Já jornalismo impresso por sua própria história me remete mais à palavra. Dá pra dispensar imagem no papel, mas na tela, não. Fica estranho. Mas, olha só: não tô dizendo que foto é suficiente pra fazer jornalismo online não.

Tem uma outra coisa que eu gosto na internet: ela muda toda hora. As informações são sempre alteradas. Meu humor também é assim. As meninas me entendem... Mas o que eu tô querendo dizer é que a notícia online sempre chega primeiro. Podem até falar que o jornal impresso é mais bem apurado e mais bem escrito. É verdade. Mas enquanto no impresso leitor é leitor, no jornalismo online a gente pode participar à vontade, comentando matéria, criticando situações, elogiando comportamentos, etc. Sem contar o fato de a notícia estar ali sempre que for necessária. Um click na ferramenta de busca e zatz. Lá está o que você procura, não importa que tenha sido de milhões de edições atrás.

Mas vamos falar logo da coisa da publicidade, que eu já tô atrasada pra academia. Se eu fosse da Petrobrás, primeiro eu privatizaria ela pra acabar com essa chantagem emocional que a Bolívia faz. (Eu tinha prometido aos meninos que não ia tocar nesse assunto... agora é tarde). De volta à publicidade. Se eu fosse representante da BR escolheria a mídia impressa pra fazer publicidade da empresa. Isso porque acho que estaria falando com um público mais velho, mais conservador. Combustível não é o meu assunto favorito, e olha que eu sou movida a gás. Anyway, pessoas que vão às bancas comprar jornais, mesmo jovens, são pessoas mais sérias, interessadas em negócios.

Porém, talvez a campanha publicitária quisesse falar de uma promoção. Imaginem: Complete o tanque e concorra a uma viagem ao Caribe. À Ibiza. Às Ilhas Gregas. Eu não ia querer perder isso por nada no mundo. Mas como nós, informatizados, saberíamos se não tivesse online? Essa é a questão. Não podemos definir a mídia, se não tivermos em mente quem é o nosso target. Mas isso eu deixo pra o pessoal da área. Agora, deixem-me ir que meu personal training já deve estar enlouquecido.

_________________________________________
Gente! Tem algumas coisas que o meu grupo pediu para eu acrescentar...

1º - o meu orkut!, é claro!

2º - o vídeo que eu apresento! É sobre essa aula! Você não pode perder!

3º - o texto em que se baseou a atividade da aula do dia 13/03

4º - o texto da editora do site BlueBus, Elisa Araújo, "A internet acabou com o amanhã."
http://www.elisaaraujo.com.br/elisa.htm



Agorasim! Beijocas!

sexta-feira, 14 de março de 2008

Aula 06/03/08 -Grupo Rittec

Na aula de quinta passada, dia 06/03, tivemos uma boa conversa sobre blogs!
Duas meninas contaram um pouco de sua experiência com blog. E Márcio aproveitou para puxar o gancho para a turma.
Depois, em grupos discutimos sobre 2 textos:
1º texto:
No texto podemos notar relacionamentos virtuais no mundo dos negócios.
“Quanto mais impessoal mais fácil”, disse um aluno. Alguns alunos concordaram que a distância é mais fácil por não criar intimidade e por outro lado isso não fideliza o cliente.
Com a tecnologia o atendimento publicitário deve perceber o que é importante para o seu interlocutor.

2º texto:
Esse texto trata de como eram as agência de publicidade e como são hoje em dia. Antigamente eles tinham muito trabalho com a diagramação e além disso, eles tinham que levar o trabalho de um lado para outro. Mas, o tempo de execução era maior.
Hoje o prazo diminuiu e é cobrada uma melhor qualidade nos trabalhos.

O professor falou que a oferta é muito grande, qualquer um pode fazer, por isso qualidade do trabalho é inferior.
E levantou a questão: como dentro das minhas limitações posso aprender mais e fazer melhor?
Por fim, Márcio concluiu dizendo que a faculdade não é um fim em si mesmo e que podemos exercitar e colocar em prática o que aprendemos.

Para variar estamos tentando colocar o vídeo da aula no Youtube, mas tá difícil. Temos em DVD, se for de seu interesse fale com agente. (aula das 13:00-falar com karina ou Raquel)

Mais informações em:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Novas_tecnologias_de_informa%C3%A7%C3%A3o_e_comunica%C3%A7%C3%A3o

http://www.oei.es/salactsi/bazzo03.htm (esse é meio grandinho, mas bem legal. Leia pelo menos "A IMPORTÂNCIA DO TEMA")

Por hoje é só pessoal...
Grupo Rittec (tinha escrito no outro Haytec, mas o nome é Rittec)

quinta-feira, 13 de março de 2008

AULA 06/03 - 15H





Internet: um mundo à parte



Até o final da década de 90, quando ocorreu o boom da internet, os indivíduos não tinham voz de uma maneira tão democrática quanto seria possível a partir de então. A produção de conteúdo era limitada a quem sabia ler ou tinha poder aquisitivo. Eram através de cartas, principalmente, que as críticas poderiam ter a chance de serem divulgadas. Essa falta de meios de expressão ficou no passado.


Hoje, na era do digital, existem diversas formas de expormos nossa opinião; seja em um fotolog, um perfil e/ou uma comunidade do site de relacionamentos orkut, um fórum de um site para baixar programas, uma sala de bate-papo, um comentário a respeito de determinado produto no Mercado Livre etc. Dentre uma gama de possibilidades, uma das mais utilizadas ultimamente entre os usuários da rede de navegação são os blogs. Mesmo aqueles que nunca experimentaram se expressar através deles não devem duvidar do seu poder de alcance.


Os blogs são páginas pessoais de conteúdo variado veiculadas na internet, podendo ter caráter amador ou profissional, isto é, há quem o utilize como diversão e há quem está mostrando seu trabalho através do site. O seu nível de divulgação é um de seus grandes atrativos; muitos jornalistas e atores usam o espaço para se aproximar de seu público. Músicos, em geral, visam ganhar visibilidade e se promover.
* A banda britânica Arctic Monkeys fez sucesso de uma maneira curiosa. Após alguns concertos, eles começaram a gravar CDs demos e distribuí-los para o público. Como a oferta era limitada, os fãs copiaram as músicas e as disponibilizaram pela Internet. Um perfil no site MySpace foi criado sem que eles tivessem conhecimento. Logo, a divulgação pela grande rede fez o grupo estourar nas paradas.


Muitos internautas não obtêm o reconhecimento/sucesso desejado uma vez que se trata de uma mídia bombardeada por informações constantemente. Logo, é necessário fazer algo diferente e inusitado para chamar a atenção ou ser muito competente e contar com a sorte.
*Um exemplo disso é a ex-garota de programa Bruna Surfistinha. Ela contava suas experiências sexuais em um blog, que ganhou notoriedade e passou a receber milhares de visitas por dia. Bruna ganhou destaque na TV e na mídia impressa ao passo que realizou algo novo e inesperado. Atualmente, ela acaba de lançar seu terceiro livro. Para quem tiver curiosidade: http://www.brunasurfistinha.com/
*Um exemplo do grande alcance de uma página virtual pode ser verificada neste depoimento, além das relações impessoais que se dão: http://br.youtube.com/watch?v=-lxSsPx3_SE


Essa grande quantidade de conteúdo disponível na web é uma característica do tempo presente, isto é, resultado do avanço da tecnologia, de um fenômeno conhecido como “calda longa”. Antigamente, um seleto grupo de pessoas que sabia escrever produzia conteúdo; a falta de ferramentas representava um limite a ser superado. O tempo passou, os equipamentos de produção baratearam e o acesso aos mesmos ficou mais fácil. Hoje, qualquer indivíduo que possua um celular com câmera pode gravar um vídeo e divulgá-lo gratuitamente em sites como youtube ou blogspot, basta se cadastrar (existe até um programa no canal a cabo Multishow que exibe vídeos feitos pelo celular). Com isso, “qualquer um” pode ser alçado a condição de artista.
* Os roqueiros do Radiohead lançaram seu sétimo álbum, In Rainbows, em 2007, por meio de download digital, pelo qual os compradores escolhiam o quanto queriam pagar.


Essa era cibernética também tem suas desvantagens. A propriedade do conteúdo exposto na internet é de difícil controle, o que gera “roubos” de textos e/ou muitas vezes, a produção de falsas personalidades. Tal aspecto negativo não é somente uma característica própria do meio on-line, ela existe em qualquer veículo comunicador, embora esteja muito associada a este meio.
*Depoimento de alunos sobre o tema: http://br.youtube.com/watch?v=nwUo0nKMn4c


Devido a reações como a citada acima quanto à veracidade da internet, é comum ficar inseguro na hora de creditar nela uma “confiança” mínima. Casos como o da empresa de efeitos especiais Imagina, cujo processo de concepção de um trabalho é feito somente via web – sem nenhum outro recurso – e o êxito sempre foi obtido demonstram que o questionamento da segurança da internet é algo desnecessário. Trata-se de um vício produzido pelo passado que agora se mostra obsoleto.


Além da mudança quanto aos conceitos de segurança nessa era em que vivemos, surgiram também as preocupações com o novo tempo que mídias como a internet estabelecem. A rapidez imposta por ela(s) reproduz um efeito instantâneo naqueles que trabalham diretamente com esse meio. Os prazos de entrega de projetos diminuíram consideravelmente tão logo o tempo gasto na confecção seguiu a mesma lógica.


Aqueles que dependem do processamento intelectual do ser humano para o trabalho viram nessa mudança cronológica um problema. Roberto Cavalher, publicitário e presidente do clube de criação do Paraná, acompanhou dentro de uma agência paulista a mudança de vida que a tecnologia gerou e acredita que o tempo reduzido prejudica a criação. Para ele, não há como alcançar o máximo de excelência que uma campanha pode atingir no tempo encurtado que o avanço tecnológico impôs.


O ser humano está lutando para acompanhar o ritmo das inovações e alguns já se mostram incapazes de fazê-lo. Estaria a máquina ultrapassando a capacidade mental do homem?



*Confira algumas matérias interessantes sobre o tema:

-Segundo estudo, avanços tecnológicos prejudicam vida a dois:
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/03/07/avancos_tecnologicos_prejudicam_vida_dois_diz_estudo-426133562.asp

-A rede de relacionamentos virtuais Facebook recrutará doadores de sangue: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL345343-6174,00.html

-Novidades em feira de tecnologia (“Cebit”): http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL340518-6174,00.html

-21% dos participantes de uma pesquisa na Inglaterra acha mais fácil o contato social online do que pessoalmente:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL338732-6174,00.html

-Japão cria acessório que usa os olhos para controlar o Ipod e o computador julga a diferença entre movimentos intencionais e não intencionais dos mesmos: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,AA1674597-6174,00.html


-Novos vícios despertados pela internet: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,AA1393144-5598,00.html

-Editora britânica fará um “wiki romance”: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL3560-6174,00.html




** Textos utilizados na aula:

-“O futuro chegou na prestação de serviços e na produção publicitária”: http://www.ccrj.com.br/v2/entrevista/index.php?id_m=3123&idSecao=3

Grupo Daber: Bernardo Ribeiro, Julia Schartzer, Luíza Treiger, Mariana Moraes e Natasha Lins.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Dica!

Proxxima 2008 é o encontro internacional de comunicação digital, uma iniciativa Meio&Mensagem e A5 que será realizado nos dias 11 e 12 de março de 2008.

O evento além de já ter acontecido, foi em São Paulo, mas vale a pena entrar no blog, que é bem completo. Lá tem vídeos e textos sobre o que rolou e também dicas relacionadas ao assunto. Tudo a ver com o curso!


Façam bom proveito! :)


Blogs?

E ae?
Quem tem blog?
O que é cauda longa?
Atendimento somente on-line?
Você é um gafanhoto?
Não entendeu nada?
Clica aqui então

terça-feira, 11 de março de 2008

Texto para a aula de 13/03/08

Convergência do jornalismo e da publicidade online

Aula 04/03, "Focas"

Aula de terça-feira ( 4 de março)

O que foi feito: O professor Márcio apresentou três vídeos e dividiu a turma em grupos para análise e discussão sobre o tema abordado neles.

Introdução


“O futuro já chegou”. Frases como essa são ditas inúmeras vezes em comerciais ou em reportagens. Mas, o que é o futuro?
A visão de futuro muda com o tempo e assim que os objetivos, tecnológicos ou sociais, são atingidos a versão dele se renova. Mas, o que dizer da Apple, uma empresa renomada, que há quase 20 anos visualizou, em comerciais, máquinas consideradas futuristas até para nós, em pleno século vinte um? Em dois vídeos, do ano de 1989, a Apple previu tecnologias comuns atualmente. O Scanner, a Banda-larga, o touch screen, a secretária eletrônica. Vale lembrar que a internet surgia nesse contexto e não era tão ágil quanto hoje. Porém, o grande trunfo da empresa foi imaginar uma espécie de máquina super avançada, tão eficiente quanto o cérebro humano. Mas, será possível existir uma tecnologia que utilize chips, placas e fios para recriar a lógica da mente humana? Quais conseqüências tal equipamento poderia causar na sociedade?


Primeira Parte

Vídeos da Apple

- O primeiro: Feito no ano de 1989, o vídeo mostra um senhor sentado em uma praça aprendendo a ler com um “computador”. Ele lia em voz alta o que estava escrito na tela, enquanto o computador acompanhava e o auxiliava na pronúncia das palavras quando necessário. Depois, o senhor pegou um jornal e scaneou no “computador” e continuou a aprender a ler pelo computador.

- O segundo: Mostra quase o mesmo “computador” da Apple, mas esse possui inteligência. Um “secretário”, que era o próprio computador, auxiliava e fazia tudo para o dono: lia as obrigações do dia, atendia telefones da mãe e arranjou para o homem fotos de florestas como ele pediu. Era uma máquina que unia todas as funções do Skype, Google e uma secretária eletrônica.

Debate 1:

Parte sobre o primeiro vídeo: Os grupos tiraram conclusões parecidas. Todos acharam que a Apple previu o lançamento dos computadores, pois tudo que a máquina do senhor fazia o computador pode fazer hoje em dia. No entanto, muitas pessoas acharam que era melhor ele estar aprendendo a ler em uma escola do que com uma máquina.

Sobre o segundo vídeo: Foi concluído que muitas das funções dessa máquina já são possíveis com o computador, mas a inteligência artificial, por enquanto, não foi alcançada.
Um aparelho que pense e converse como uma pessoa pode resultar em um imenso distanciamento social. Muitos iriam preferir passar horas em frente a uma tela (como já acontece) conversando e dando ordens a um “amigo virtual”.
No entanto, os referencias também precisariam ser repensados com o surgimento da Inteligência Artificial. O conceito de relação social poderia ser revolucionado com essa máquina e conversar com seres não orgânicos que sejam dotados de inteligência pode se tornar uma relação social. Mas, enquanto essa tecnologia não é criada, a grande questão passa a ser outra: como criá-la?
Estudos sobre Web semântica (web que tem a capacidade de atribuir significados as palavras) já vem sendo feitos e são um grande passo para esse objetivo. Parece ser impossível reproduzir a lógica humana, mas não há dúvidas que já foram inventadas tecnologias consideradas irrealizáveis para época e hoje são comuns e passam despercebidas. Talvez essa máquina da Apple seja mais uma delas.

Segunda parte

Vídeo “Mundo de Rafinha”
( TV1 Trend Report ) : www.youtube.com/watch?v=JMRF_ZXms9E

O terceiro vídeo apresenta os jovens e suas relações com as tecnologias atuais. Mostra Rafinha e seus amigos e como eles convivem com celular, mp3, Ipod, computador e não conhecem a vida sem essas tecnologias, eles nasceram junto com elas. Para eles é tudo muito natural. Depois, indica os pontos negativos dessa revolução tecnológica e os positivos também como, principalmente, a Internet consegue unir as pessoas de lugares distantes e servir como fonte de informação.

Debate 2:

Os grupos concluíram que o computador é uma importante fonte de informações e que pode trazer pessoas longes para mais perto, mas, ao mesmo tempo, ele contém um lado negativo porque pode tornar as relações sociais mais frias.
Alguns outros pontos importantes também foram levantados como a alienação política e social, o paradoxo entre a especificidade do mercado formado e o surgimento de uma cultura de massa com a globalização.
A grande polêmica foi se a comunicação através da nova tecnologia é socializante ou isolante. Ou seja, se no futuro as pessoas ficarão sentadas em frente ao monitor sem o convívio social, ou se a possibilidade de comunicação desse meio vai ser considerada relação social e vai servir para unir pessoas e não isola-las.

Para finalizar:

Estes são alguns sites interessantes para se informar melhor sobre o assunto:

www.inovacoestecnologicas.com.br

www.youtube.com/watch?v=3z58bOZZUJs

Esse é um texto sobre o que seria para nós o início da inteligência artificial:

www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010150030822

Aviso para a turma das 13hs:

O grupo sorteado para documentar a próxima aula (13/03/08) foi: Fabíola Paschoal, Giselle Leitão, Larissa Ribas, Luíza Andrade e Tatiana Barcellos.


aula 04/03/2008

Comunicação Audiovisual

Ao entrar na sala era claro que aquela não seria uma aula comum. As cadeiras haviam sido reorganizadas em grupos de cinco, e ao nos colocarmos em nossos lugares, o professor avisou que iríamos assistir a três vídeos, e depois discutir as idéias expostas em cada um. Cada grupo expôs seu ponto de vista e, no fim, chegamos, basicamente, às mesmas conclusões:
No caso do 1º filme (http://www.youtube.com/watch?v=AeszzyA_lus), foi citada a solidão que aquele homem mostrava. Conseqüentemente, conversamos sobre as relações pessoais que foram deixadas de lado, uma vez que no vídeo o homem “substituía” o professor físico por uma máquina. Também foi citada a possível inviabilidade do processo já que o homem (com idade avançada) está aprendendo a ler com um computador. Esta inviabilidade está no fato de que uma pessoa precisaria de dinheiro para comprar a máquina, mas também se entende que uma pessoa que não saiba ler, não tenha um bom poder aquisitivo.
Outro aspecto ressaltado, que se diferencia da nossa realidade, foi a necessidade que o homem tinha de escanear a matéria que queria ler. Hoje, sabemos que a internet facilitou bastante as nossas vidas e que, portanto, não precisaríamos de um scanner para ler determinada reportagem, bastaria que fôssemos ao site do jornal para lê-la.
Já no 2º filme (http://www.youtube.com/watch?v=XJ4JjDRjjSU), a máquina parece se aproximar e se assemelhar com o que temos atualmente: um só produto com diversas funções. É claro que no vídeo estas várias funções são exageradas, principalmente devido à inteligência artificial, com a qual ainda não convivemos. Ainda falta ao computador uma compreensão semântica.
Foi citada, diversas vezes, a acomodação diante daquele computador. Muitas pessoas disseram que a máquina faria tudo para a pessoa e que, por isso, ela não teria que se preocupar com mais nada. Aquela invenção do vídeo pode parecer estar, para alguns, além dos nossos limites. No entanto, não podemos deixar de dizer que vivemos numa época na qual a internet predomina e nos facilita ao extremo, mas nem por isso deixamos de fazer nossas coisas. Talvez para nossos pais e avós, a internet ainda seja inadmissível, porém, como para nós, jovens, ela é normal, talvez o computador seja a coisa mais banal para as gerações futuras.
Após uma breve discussão a respeito dos dois filmes, assistimos a um 3º (http://www.youtube.com/watch?v=rq6mHtsKoME), o conhecido filme do “Rafinha”. No curta, é mostrada a vida de um jovem menino pertencente à geração “C”. Rafinha é um menino que nasceu na era do computador e faz tudo através de tecnologias. Joga videogames, escuta música, fala com os amigos, etc. A discussão trazida pelo filme é aquela que envolve as conseqüências que um excesso de tecnologia pode trazer para a sociedade.
Os seis grupos da turma discutiram questões importantes como: o possível isolamento que a tecnologia pode trazer, os benefícios e a facilidade que a internet e os meios de informação novos trazem para o mundo do conhecimento e a influência que as novas mídias são capazes de exercer. Após ouvir a opinião de todos os grupos, chegou-se a conclusão que todos somos “Rafinhas”. A tecnologia abre as nossas portas para um mundo de possibilidades e informações, sejam boas ou ruins. Somos capazes de realizar infinitas coisas graças aos novos tipos de mídia e informação, nos resta saber se iremos usá-las para fazer o bem, ou para fazer o mal.
Grupo AVmais

Aula do dia 04 de março

No dia 04 de março último, durante a Aula de Audiovisual, foram apresentados três vídeos para discussão.
A turma, dividida em 06 grupos e após assistir aos vídeos, dispôs de um determinado tempo para reflexão acerca do tema abordado pelos vídeos.
Em seguida, para cada grupo, foi disponibilizado o tempo de dois minutos para explanação do que foi depreendido de cada vídeo. O primeiro vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=19YOWE1sx1g) produzido em 1987 apresentava, numa visão futurística da Apple, um senhor de mais idade aprendendo a ler utilizando um computador portátil e pessoal.
O objetivo apresentado era de que o computador seria utilizado por pessoas idosas com “vergonha” de freqüentar uma sala de aula para o aprendizado básico, ou seja, ler e escrever.
Tal computador, mostrado no vídeo, seria dotado de tecnologia de touch screen, reconhecimento de voz e scanner.
Foi abordado o tema da impessoalidade causada por essa tecnologia, já que a mesma substituiria os professores e não se teria mais a atmosfera da sala de aula. Com isso, as relações pessoais seriam prejudicadas e o homem seria dependente da máquina.
Outra questão importante levantada foi a do desemprego gerado pelo uso do computador, que substituiria o homem no desempenho das funções de professor.
Falou-se também na possibilidade de produção de tal portátil nos dias de hoje, uma vez que toda a tecnologia apresentada já está disponível. Mais ainda, hoje já existem produtos com tais habilidades, só que empregadas isoladamente e não num único produto. Exemplos: canetas dicionários (link 1) que escaneiam palavras e nos dizem a pronúncia e o significado; a tecnologia do touch screen; o reconhecimento de voz utilizado por companhias telefônicas no tele marketing e nos computadores portáteis como laptops e palmtops (link 2).
No segundo ví­deo (http://www.youtube.com/watch?v=HGYFEI6uLy0), foi apresentado o mesmo computador do vídeo um só que sendo utilizado com a função de uma agenda eletrônica, porém com recursos muito mais avançados tecnologicamente.
Tal agenda seria dotada de internet banda larga com transferência de arquivos quase que instantânea, programa de edição de imagens, videoconferência, reconhecimento de voz, sistema de buscas parecido com o Google, e um programa de inteligência artificial avançado.
Para alguns grupos, essa tecnologia também traria a extinção de alguns empregos como secretária, e por ter ferramentas que fariam gráficos, pesquisas, ligações, agendamentos, entre outras coisas, as pessoas acabariam ficando mais ignorantes e inertes, pois não participariam de todo o processo.
Para ilustrar tal afirmativa foi apresentado o exemplo de um gráfico. Se o computador conseguiria fazê-lo para a pessoa, porque ela precisaria empreender esforços para a realização manuscrita ?Para alguns alunos, essa tecnologia também geraria o isolamento da pessoa do círculo social, ou seja, as relações pessoais perderiam o contato direto e seriam feitas somente pelo computador, ocasionando assim um relacionamento somente entre homem e máquina.
Esse fato deixaria o mundo mais frio e impessoal. Como argumento, foi utilizado o exemplo do agendamento de uma videoconferência com uma professora, sendo o contato feito somente pelo computador.
Nesse momento da aula houve um debate acalorado já que um grupo pequeno de pessoas não concordava com o pensamento mostrado, ou seja, a idéia de que a máquina iria isolar o homem e torná-lo menos ativo e mais inerte.
Para outro, o computador apenas apressaria o que hoje levamos muito tempo para fazer, e com isso conseguirí­amos otimizar nosso tempo.
Além disso, na questão do isolamento, foi levantada a pergunta: Será que daqui há alguns anos a questão do relacionamento não mudaria de qualquer forma ? Será que o homem não se relacionaria com a máquina como um igual ? Esta é mais uma questão polêmica e que ainda não foi respondida.
Para algumas outras pessoas o que mais chamou a atenção foi a inteligência artificial utilizada no portátil futurista da Apple, que por ser tão avançada, conseguiria traçar um novo padrão de comportamento e realizaria as funções que seu portador provavelmente solicitaria a terceiros. Essa autonomia e inteligência ainda não foi alcançada pela tecnologia existente hoje.
As pessoas que se interessam pela inteligência artificial, seguem abaixo dois link para sites de bonecos programados para interagir com as pessoas.
No ví­deo três ( http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvg&feature=related ), chamado Rafinha 2.0, conhecemos a história de Rafinha. Um adolescente comum do século XXI que está acostumado com a tecnologia e a utiliza diariamente. Apresenta como o mundo está intimamente interligado pela globalização e como hoje é possível compartilhar e trocar conhecimentos com todas as pessoas do globo.
Um dos temas debatidos a partir desse vídeo foi a grande conexão que a internet estimula. A partir de seu computador, Rafinha interagia com todo o mundo e conseguia fazer amigos e trocar experiências através de seu PC.
Outra questão abordada foi a de que atualmente as pessoas tem diversificadas possibilidades de escolha, tanto do que vão ouvir ou quanto do que vão ver. Através da internet, existe grande variedade de conteúdos disponíveis, permitindo a escolha livre e diversificada. Um bom exemplo é nova VJ da MTV Marimoon, que surgiu na mídia a partir de seu Blog (www.marimoon.com.br ).
A auto-exclusão também foi abordada. Foi questionado se Rafinha não se isolaria dos amigos e ficaria trancado em casa somente no seu computador, desligando-se dos amigos e preferindo o mundo virtual em detrimento do real. Esse comportamento, na verdade, pode ser tratado como uma doença. Além desta existem muitas outras ligadas ao uso contínuo e indiscriminado do computador.O link abaixo leva para uma página, em formato PDF, que fala sobre várias doenças desse tipo.

E por último, falamos sobre a “Geração C”, tratada por alguns como uma geração que seria alienada do mundo extra-web. Esta nova geração é mais que isso, ela se utiliza da Internet como uma ferramenta de conhecimento e explora o melhor das tecnologias disponíveis, criando também conhecimentos que se espalham pela web.
Feito por Gabriela Caldeira.

Flinstones X Jetsons




nos somos os jetsons.antes de comecar a aula, elroy explicava pro george jetson como sefazia para hackear o telefone alheio atraves do bluetooh.


- Ai eu roubo sua linha falando no meu chip, soh q aparece o seunumero na bina do telefone. tipo, da pra fingir um sequestro relampago legal!



Enquanto ouve o comentario, o proprio Cosmo Spaceley deve ter ficadocom uma pulga espacial na orelha. afinal seu iphone, quase extensao doseu braco, pode ser hackeado a qualquer momento






*cosmo spaceley se contorce de preocupacao para com seu iphone*




Mas nem soh de jetson vive o Hanna ou o Barbera Tem muito Flinstone por ai que ainda almoca omelete de brontossauro.que nao tem ipod nem iphone nem laptop nem perfil no orkut.




eh o q pensam aqueles q contestam a geracao C. Para eles, a revolucaotecnologica eh elitista e excludente.



*pedrita, wilma e fred*


flinstones ou jetsons, todos atravessaram o portal do tempo e seuniram na comunhao socialista do space chocolate.
by rafinha

Grupo iBroadcast 2


Em pleno século XXI, novas tecnologias surgem a todo momento, multiplicando os canais de comunicação e encurtando as distâncias.  Na internet, os blogs são um meio bastante usado para divulgação de informações. Visando ampliar nossas experiências digitais, nós, do grupo iBroadcast 2, decidimos utilizar o site Blip.tv - uma ferramenta ainda pouco conhecida e explorada. Parecido com o Youtube, o Blip.tv é um espaço para postar vídeos gratuitamente. O conteúdo, em geral, é criado pelos próprios usuários. Muitas empresas, por exemplo, utilizam o blog para integrar conteúdos gerados pelos clientes. No nosso caso, integramos os vídeos produzidos por nós em sala, na cobertura da aula de "Comunicação Audiovisual", no dia 4 de março de 2008.

Pois é, essa é basicamente nossa proposta. Desculpe talvez a pretensão mas, optamos por escolher um outro blog para postar (broadcast) as aulas. Achamos que todos irão gostar do tal do  Blip.tv porque é basicamente um Youtube mais sério. Por acreditar no potencial do audiovisual na internet, escolhemos usar somente o vídeo como meio de transmissão. A escolha do nome do nosso grupo fica até meio óbvia. Esperamos que todos tentem explorar o site (ibroadcast2.blip.tv) porque, alem de ser um simples blog, ele é também um vlog. Além disso, vocês poderão baixar nossos arquivos direto do itunes, e, de outros sites como o flickr. Novamente imploramos que o explorem porque todos os futuros comunicólogos deverão entender mais sobre este tipo de conteúdo. 

Para instigar mais os comentários estamos também postando o URL de alguns videos no nosso blog. Esperamos contruir um diálogo entre os diversos grupos em que possamos discutir a crescente presença da tecnologia em nossas vidas. Não queríamos postar os vídeos vistos em sala de aula porque ele já foi postado aqui no blog. Repetimos, não esqueçam de acessar o ibroadcast2.blip.tv (Cliquem no titulo). O grupo agradece.



AULA 04/03 - 15H

Aderir ou não à tecnologia?

As mudanças provocadas pela tecnologia digital no modo de vida das pessoas foi o tema da aula do último dia 4. A partir de dois vídeos da Apple de aproximadamente vinte anos atrás (Vídeo1 e vídeo2) – estes expunham avanços tecnológicos que eles julgavam possível existir no futuro, no caso hoje em dia – e o recente “O Mundo de Rafinha” - este mostrava como a vida do ser humano mudou com os avanços da ciência da informação e da computação – os grupos da turma das 15h discutiram a respeito das conseqüências do mundo que se revelou.

O advento da web modificou, de forma rápida, vários aspectos da vida humana como a percepção de mundo e as interações interpessoais principalmente. Encurtamos distâncias sem ao menos sair do lugar, podemos conhecer o mundo através de máquinas e telas, seja de computador, de televisão e até de máquinas fotográficas. Nossa forma de ver o mundo está engessada ao quadrado, enquadramos nossa visão.

Acerca dos avanços apresentados nos vídeos, o único ainda não alcançado é a inteligência artificial, que continua a ser uma incógnita devido a um problema de semântica. Porém, o touchscreen já é uma técnica adotada por celulares, máquinas fotográficas e tocadores de MP3. Quanto às videoconferências, elas já são realizadas por empresas multinacionais.

Muitas reflexões positivas foram feitas ao longo da aula. No primeiro vídeo comercial da Apple, todos concordaram a respeito do alcance que a educação pode atingir com uma espécie de notebook que ensina pessoas a ler. No segundo vídeo, foram salientadas as previsões sobre o futuro da comunicação como um dispositivo que pode ser telefone, internet (não exposta exatamente dessa forma no vídeo) etc. As facilidades que tal aparelho traria no dia-a-dia foram indicadas como outro fator interessante.

No entanto, aspectos negativos também foram detectados. Os mesmos motivos que fazem a tecnologia positiva também possuem conseqüências. A presença não-física das pessoas, que agiliza reuniões, por exemplo, pode dar impessoalidade e isolar o ser humano em um só espaço; a máquina capaz de ensinar a leitura poderia ocasionar o desemprego de professores. Logo, ocorre uma tendência chamada reciclagem de mão-de-obra.

O terceiro vídeo – O mundo de Rafinha – apresenta o mundo globalizado em que vivemos e atenta para as vantagens e desvantagens da internet. Pode-se citar aí a facilidade com que as pessoas se alçam a condição de artista; a fama – na maioria das vezes – passageira por se tratar de um meio bombardeado por informações e novidades constantemente; a própria facilidade e rapidez do acesso à informação; a proximidade e a distância/impessoalidade gerada no “contato” via web etc.

Abaixo há o link de uma matéria do jornal O Globo a respeito do Vídeo Chamada 3G e Vídeo Chamada Web da Claro – tecnologia que permite a videoconferência entre dois celulares da operadora e entre um celular da mesma e uma webcam do computador, respectivamente:
http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2008/03/10/3g_terceira_geracao_testamos_videoconferencia_via_celular-426159014.asp




Grupo Daber: Bernardo Ribeiro, Julia Schvartzer, Luíza Treiger, Mariana Moraes e Natasha Lins.

segunda-feira, 10 de março de 2008

Aula 04/03/08 - Comunicação Audiovisual

Aula Audiovisual

Durante a aula do dia 4 de março foram exibidos três filmes, dois deles, Knowledge Navigator e Park bench Navigator, mostram previsões futuristas e ousadas feita pela Apple sobre como a tecnologia dos computadores estariam hoje. E o último, Rafinha 2.0, fala sobre a revolução da comunicação e na economia causada pelas mudanças tecnológicas. No decorrer da aula, divididos em grupos, discutimos os temas abordados nos filmes.
Park Bench Navigator mostra um homem sentado em um banco de um parque aprendendo um capítulo de um livro no computador. Este interage com o dono pelo áudio apontando seus erros, ajudando na pronúncia de palavras, etc. Observamos que esse vídeo não faz menção à internet- ferramenta importantíssima nos dias de hoje- disconsidera-a.
O Knowledge Navigator foi criado em 1987. Esse filme mostra um computador multifuncional que funciona como um índice para a vida de um indivíduo, pois pesquisa lugares, serve como secretária eletrônica e telefone, tudo por comando de voz Esse tipo de tecnologia era tida como sonho pelos especialistas do assunto, hoje 20 anos depois temos tecnologias, como Iphone e Skype, que chegam próxima daquelas mostradas no video experimental da Apple. Atualmente o ponto diferencial é que ainda não foi viabilizado uma inteligência artificial com capacidade de compreenção semântica da linguagem conforme mostra no Knowledge Navigator.
Rafinha 2.0 foi apresentado na primeira conferência da web 2.0 sobre revolução da comunicação e da economia, causada pelas mudanças tecnológicas. O vídeo de nove minutos, conta a história de Rafinha, como todo jovem de 16 anos, não se desconecta do computador e de outras tecnologias. Ele é um exemplo de membro uma nova geração, a geração C, de conteúdo e informação.
Esse “novo mundo” viabiliza novas opções fazendo com que novas tecnologias e empresas surgem, crescendo e se desenvolvendo. Criando, assim uma exigência maior no mercado de trabalho resultando na necessidade de um curriculo mais diferencial.
A web deixa de ser uma rede que interliga computadores e passa a conectar pessoas a qualquer hora e em qualquer lugar. Ao mesmo tempo essa ligação que une pessoas que estão longe, pode desconectar pessoas próximas.

Aula de audiovisual - 04/03

Tecnologia ontem e hoje


A aula de Comunicação Audiovisual do dia 04/03, ministrada pelo professor Márcio Nunes, começou com uma volta ao passado através dos anos 80 e as expectativas da multinacional Apple em relação aos avanços da informática, e se encerrou com a exibição de um vídeo já conhecido por muitos, o do “Rafinha”, que narra a vida de um jovem de 16 anos nascido na era da internet. Além da exibição desses vídeos, os alunos tiveram como missão formar grupos para discutir os temas, levantar questões importantes e dividi-las com a turma.


Início da aula

Na primeira parte da aula, nós assistimos dois comercias da Apple dos anos 80. O primeiro deles trazia um homem que aprendia inglês sentado no banco de uma praça sendo ajudado apenas por seu computador portátil. O computador e seu dono interagiam através da fala e este, preferindo aprender através do conteúdo de um artigo de jornal, o escaneia e imediatamente o computador o converte em lição.


Já no segundo, o ambiente muda para um escritório onde um homem faz pesquisas complexas e entra em contato com uma amiga distante por meio de seu computador que, não só possibilita tudo isso com grande agilidade, como também organiza toda sua vida. Assim como no primeiro, neste, o homem também dialoga com o computador.


O professor quis saber quais as diferenças entre as expectativas da Apple sobre o futuro da informática na década de 80 e o que temos hoje. Os alunos disseram que em alguns pontos conseguimos ir além como, por exemplo, o fato de não precisarmos escanear o jornal, visto a grande quantidade de jornais na internet. Além disso, outras grandes novidades surgidas, como o iphone, por exemplo, nos permite navegar na internet, ouvir música e fazer ligações em um aparelho bem menor do que os vistos nos dois comerciais.


Entretanto, ficou claro nesses dois vídeos que a Apple, há duas décadas, conseguiu se aproximar dos avanços tecnológicos que existem hoje. A praticidade, a dependência, a conversação via computador/internet, a existência de pessoas/personagens virtuais (ex. Eva Bites do programa Fantástico) e a precisão do computador já fazem parte da nossa realidade. O que ainda não conseguimos alcançar é uma configuração semântica dos computadores que viabilizasse uma perfeita compreensão verbal entre homem e máquina.


O que pensavam que teríamos hoje (vídeos analisados em aula)


Em seguida, vimos outro vídeo que nos apresentou o “Mundo do Rafinha”. O filme mostra o mundo de um jovem de 16 anos que é familiarizado com todos os recursos tecnológicos de sua era. O mundo desse jovem é caracterizado pela redução das fronteiras espaciais entre os países, pelo intenso e ininterrupto fluxo de informações que chegam aos cantos mais isolados do planeta e pela possibilidade de produção de conteúdo por parte de qualquer indivíduo.


O vídeo mostra como a tecnologia está no dia-a-dia dos jovens construindo a chamada de “Geração ‘C’: geração do conteúdo, da colaboração e que está conectada o tempo todo”. Cada vez mais, esses jovens interagem e produzem qualquer tipo de expressão, seja falada, escrita ou visual. E não só produzindo, mas também tendo a possibilidade de colocar suas criações nessa grande rede que é a internet. Segundo o vídeo, a inovação já faz parte do cotidiano dos jovens.


Após do debate, o professor estabeleceu uma votação que elegeria o grupo que melhor expressasse suas impressões em torno das questões levantadas pelo vídeo.


O nosso grupo, Conversa Afinada, expôs que o vídeo generaliza quando mostra que todos os jovens têm acesso à tecnologia, como Iphones e internet banda larga. Consideramos que, apesar de conectados, muitos jovens dessa nova geração passam a maior parte do tempo sem produzir conteúdo, o que nos faz pensar que não pertencem à geração “C”.


O grupo vencedor concordou com nossas idéias em muitos aspectos, mas, acrescentou também, que muitos jovens ainda não se sentem familiarizados com todos esses recursos disponíveis e sentem dificuldades de lidar com tantas possibilidades e informações.


Por fim, a turma concluiu que, seja em menor ou maior escala, a tecnologia está se tornando essencial na vida dessa e das futuras gerações.



“O Mundo do Rafinha”
http://www.youtube.com/watch?v=JMRF_ZXms9E


Um dos exemplos usados no vídeo é a banda Arctic Monkeys. Mostrando que essa geração cria seu próprio conteúdo e define o que ele acha que é bom, sem interferência da mídia:
http://www.myspace.com/arcticmonkeys


Sobre a nossa web 2,0


O termo Web 2.0 foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na wikipédia:
“Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.”
http://www.youtube.com/watch?v=6gmP4nk0EOE&feature=related

Com a fase mais recente do processo de globalização e a tríade tempo-dinheiro-velocidade, que caracteriza essa dinâmica, a inovação tecnológica ocorre num ritmo frenético para estimular o consumo. Na medida em que a mídia, em uma estratégia de marketing, cria facilidades para obtenção de um produto, logo este se tornará obsoleto pela introdução de um modelo ainda mais moderno no mercado.


As relações humanas se estabelecem cada vez mais em um espaço virtual, que substitui o contato interpessoal, enfatizando o caráter solitário-individualista da sociedade contemporânea. Através de sites de relacionamento ou programas de mensagens instantâneas, é comum uma conversa não apenas entre pessoas distantes, mas entre indivíduos em uma mesma casa. Além disso, por trás de um computador, o internauta pode ser quem quiser. A rede virtual oferece todo tipo de informações e ambientes simulados à vida real. A exemplo disso é possível analisar o jogo Second Life que recria a vida real e social do ser humano em um mundo virtual e tridimensional.


A era digital transmite às novas gerações um universo sem limites. No final da década de 80, a Apple lançou uma campanha sobre o futuro e a evolução dos computadores chamada Apple Knowledge Navigator. Há aproximadamente 20 anos, a empresa mostrou tecnologias próximas das atuais e uma imagem de futuro incrivelmente possível. Um computador capaz de “dar aulas” e armazenar mais informações do que uma caixa postal, uma agenda eletrônica e um celular juntos; um homem cada vez mais dependente da máquina e independente do próximo.

Semelhante ao futuro previsto pela Apple, hoje ocorre na Bélgica com o jornal “De Tijd”. Especializado em economia, o jornal utiliza telas portáteis conhecidas como e-readers, em que a tela é feita de um papel eletrônico conhecido como e-paper ou plastic logic. Trata-se de uma tecnologia feita a partir de milhões de cápsulas microscópicas preenchidas com pigmentos, que, ativadas por uma corrente e elétrica, formam imagens. O “papel digital” pode ser dobrado e enrolado como um papel comum, mas seu conteúdo pode ser atualizado via Internet. Agora é possível colocar “no papel” textos e vídeos direto do mundo virtual.

É com freqüência, que as tecnologias de comunicação estão provocando profundas mudanças em nossa vida. Porém muitas vezes não é a tecnologia que muda a sociedade, mas sim a sua utilização. Como exemplo podemos citar a internet que foi construída para uso militar é hoje é usa para os mais diversos fins.


Porém fica uma pergunta no ar será que com o surgimento cada vez mais rápido de novas tecnologias a máquina poderá substituir o homem ou será continuara sendo apenas mais uma forma de facilitar a comunicação.
Grupo conex@o: Astrid, Jessica, Juliana, Livia e Maya.